31 dezembro 2011

Bom ano 2012

Caríssimos leitores obrigado por insistirem em ler esta este blogue. Bjs e abraços!
Aproveito para desejar a todos um excelente ano de 2012 e que ele vos traga muitos sorrisos.


24 dezembro 2011

Feliz Natal

O verdadeiro Natal é das crianças. Votos de feliz Natal para todos e fiquem com uma deliciosa história contada por elas.

23 novembro 2011

A crise ao fundo do túnel

Isto da crise faz-me lembrar que, afinal, a "luz ao fundo do túnel" do ano passado era um camião que veio a chocar com a Europa de frente este ano.

08 novembro 2011

Para quem estiver interessado em ter filhos em pouco tempo

Visto por aí num jornal. O lado positivo é que ele devolve o dinheiro se formos roubados, o que nesta "consulta" deve ser quase sempre...
A pergunta que se impõe é:
Será que ele tem um catálogo para se escolher o "sexo" no tamanho da nossa preferência? 

06 novembro 2011

Mitologias da Grécia actual

Para mim a Grécia moderna não é assim tão diferente da Grécia antiga:

A Grécia antiga criou o mito do Prometeu.
Papandreu também criou um mito de Prometeu. Prometeu que ia haver um referendo e nada, Prometeu que equilibrava as contas públicas e nicles, Prometeu…

Os gregos antigos partiram numa Odisseia, enfrentaram tempestades e criaturas como o Ciclope e a Cila. 
Os gregos modernos também estão numa autêntica Odisseia a enfrentar todas as tempestades e criaturas como a Merkel e o Sarkozy.

Os gregos antigos pesavam que os deuses e as mais altas instâncias zelavam por eles.
Os helénicos modernos também pensam que os divinizados eurodeputados e as mais altas instâncias da Europa zelam por eles .

Os gregos de Esparta tinham que levar uma vida parca e austera, sem luxos e eram gente de poucas palavras para explicar o que lhes acontecia.
Os gregos actuais também já começaram a levar uma vida parca e austera, sem luxos e já estão a ficar sem palavras para explicar o que lhes está a acontecer.

04 novembro 2011

Esta é, provavelmente, a foto mais embaraçosa da minha vida!

Países na Ásia há que não têm os tabus portugueses nas revistas de segurança dos aeroportos. Por cá, quando o aparelhómetro que detecta metais e mais não sei o quê “apita”, uma senhora apalpa uma senhora e um homem apalpa um homem. Pode parecer um pouco gay mas é assim.
É uma regra que deve estar gravada em alguma pedra sagrada que condicionou toda a nossa puritana educação. Como se uma senhora não soubesse o que pode encontrar quando, em dez segundos, desliza as mãos com luvas pelo corpo de um homem… vestido.

Para terem uma ideia, na prática, do que acontece muitas vezes comigo nos aeroportos portugueses é o seguinte:

Se o funcionário que faz a revista está ocupado, apesar de estarem três seguranças meninas a olhar para mim, ninguém me chama porque estão à espera da fulana formosa (claramente usei aqui uma mescla de Bocage/Camões, para evitar o termo “gaja boa” que repudio) que está atrás de mim. Ao fim de alguns minutos lá tenho que ser apalpado pelo cavalheiro de bigode (logo eu que nem gosto de cavalheiros com bigode… nem sem bigode), enquanto todos olham para a tal sujeita bem-parecida a ser tacteada por outras meninas, originando atrasos invariavelmente imputados aos passageiros do sexo masculino.

Mas na Ásia não se liga muito a isso. O que é necessário é revistar o maior número de passageiros para despachar a fila e não atrasar os voos. Assim, qualquer menina da segurança nos pede para levantar a camisa enquanto nos tira o cinto, mexe e remexe na nossa cintura sem luvas e olha objectivamente para algures à procura de qualquer material explosivo.
“Ah, e tal isso são histórias do estapafúrdio autor do blogue só para aumentar exponencialmente o número de visitas”, dirão os leitores…
Pois não são e eu tenho aqui a prova:


Agora que já se calaram, perguntam vocês: “Mas quem tirou a foto mais embaraçosa da sua vida?”
Foi a minha companheira de viagem, por ter achado “giro” eu estar publicamente envolvido com uma senhora asiática e em que ambos colaboramos para… como dizer, tudo se processasse melhor.

Brincadeira à parte, não deve ter sido nada de especial pois não me lembrava nada disto se não tivesse visto a foto. Ah! E para a menina que me revistou também não deve ter sido bom… É que nunca mais nos vimos!

02 novembro 2011

Filosofia moderna

Assim numa alegoria rápida: Isto da Grécia vai-se tornar numa grande tragédia, que nos obrigará a todos a viver como Espartanos e que nos vai deixar a todos muito lacónicos. 

*Laconismo- característica cultivada pelos Espartanos - os habitantes da Lacónia - ser parco em palavras.

01 novembro 2011

Halloween? E pão-por-Deus não?

Não gosto da designação "Halloween". Para além de ser uma tradição anglo-saxónica, está carregada de mensagens que apelam ao consumismo e pressupõe que se apanhem "sustos".
Na verdade a Grécia levou esta tradição muito a sério pregando, a toda a Europa, um grandessíssimo susto com a história do referendo porque, aparentemente, já não gosta dos doces que lhe têm dado e que tem causado amargos de boca.


Por isso é que sou a favor do muito tuga "pão-por-Deus". As abóboras são para colocar na sopa, as pevides comem-se com tremoços, as máscaras são para o Entrudo.
Os petizes começam a tocar campainha da minha casa logo pelas 08:00 da manhã de um dia feriado, o cão que dorme dentro de casa ladra desalmadamente e o que dorme no quintal ladra como se fosse meio-dia. Contariamente ao que seria de esperar, acordo feliz. Vem-me à memória a infância e a inquietação que tinha em receber um bolo ou rebuçados.
Vivam então as crianças, que fitam os meus olhos estremunhados com um brilho radioso que surge da profunda alegria de receber um míni chocolate. Afinal o mundo ainda pode ser assim, simples e bonito... pelo menos por uns minutos!


28 outubro 2011

Cacetes, italianos e caralhotas ou a escandaleira na panificação.

Confesso que a indústria da panificação nunca me interessou. Até há poucos dias.
Mal comparada, é como o mundo da moda, da decoração ou o das plantas, que já abordei aqui e aqui. É que eu nunca sei, nem me interessam, as designações associadas.
Para terem uma ideia, quando compro pão avulso o nível da conversa nunca vai para além de:
- Queria cinco daqueles da segunda prateleira.
E o funcionário:
- Vianas ou Muletes?
E eu:
- Dos redondos e também quatro daqueles do canto.
E a resposta:
- Cacetes ou italianos? Olhe que os italianos estão mais fofinhos, os cacetes hoje saíram mais rijos.
E eu:
- Dê-me então antes quatro papo-secos.
E ele:
- Já não confeccionamos!
Enfim! Uma nulidade de conteúdos porque as únicas designações de pães que conhecia eram o papo-seco e o cacete. O papo-seco caiu em desuso, por força das misturas de todo o tipo de farinhas e eu nunca pronuncio nem peço “cacetes” pois a resposta será invariavelmente: “Dos grandes ou dos pequenos?” e eu, francamente, não sou cá desses.
E lá seguia eu na minha vidinha sossegado, suportando o tabu de nunca dizer “cacete” associado a algo comestível, quando esbarrei com… “As caralhotas”.


Como devem calcular já comprei uma máquina de fazer pão em casa, para evitar mais embaraços ao balcão, e fui pesquisar o que raio são “As caralhotas”.
Está tudo neste artigo hilariante do qual transcrevo as partes mais censuráveis, como não podia deixar de ser.
“(…) Mais tarde, foi a sogra que lhe ensinou os segredos das caralhotas. E hoje, aos 57 anos, não tem dúvidas quando afirma que é “uma artista” (…). Já passaram três décadas desde que começou a cozer caralhotas. Primeiro por necessidade, agora por paixão”.
“Mas o segredo está na forma como se bate a massa. Tem de ser num alguidar (…), sempre a bater até pingar o suor. Até a massa fazer bolhas”, diz Emília Caldeira.”
“É um pão (…) que deixa as pessoas satisfeitas. Não é como os papo-secos de agora, que são muito fraquinhos. As caralhotas (…) são muito saborosas.”

E é mais ou menos isto que me apetecia dizer sobre a escandaleira que graça no universo da panificação e que, até agora, ninguém tinha denunciado.

26 outubro 2011

Os ratos são sempre os primeiros a abandonar o navio... e ainda bem!


Olha que feliz que eu estou !!!
Já agora que leve o Granger, e aquela outra que tem um megafone embutido na garganta (a qualquer coisa Pinheiro) e os do programa da manhã da TVI, que não se calam nem um bocadinho.
Ah! E não se esqueça da farpela que surge na foto, que lá deve fazer um figurão nas entrevistas de emprego.



24 outubro 2011

Partir em caso de emergência? Garanto que eu não partia nada

De regresso!
E ainda ando à procura de adjectivos para descrever a sensação de estar a 3 metros de uma manada de elefantes "in the wild".
Esta é a única situação em que eu não partia o vidro em caso de emergência. Aliás, se houvesse uma emergência era porque um destes "bichos" nos tinha partido o vidro... e era usada um tromba com toda a certeza.:)) Kruger Park 2011

13 outubro 2011

Medidas de austeridade obrigam a alterar ditados populares

Face aos acontecimentos mais recentes, o Antifalsidades entende que alguns ditados estão já desactualizados e propõe algumas alterações:

O Natal é quando os economistas quiserem!
Grão a grão enchia a galinha o papo.
A galinha do vizinho está tão magrinha como a minha.
A montanha pariu um Coelho.
Todas as ocasiões vão fazer o ladrão.
Antes a morte que tal corte.
Comer e cortar é só começar.
É difícil aos Troikanos agradar aos Gregos
No cortar é que está o ganho
Quando vê a esmola o santo até se arrepia
Em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão (Ah! parece que este não é necesário alterar pois já está adaptado aos tempos que correm)

E assim por diante :).

Caros leitores vou estar ausente por uns dias em local onde não vou ter Internet. Voltarei a 22 de Outubro. Voltem também! Bjs e abraços

11 outubro 2011

A selecção portuguesa e a analogia com país

A selecção portuguesa não deixa de ser o espelho do país:

Os convocados são sempre os amigos ou os recomendados pelos amigos  
Buracos a aparecer em todo o lado… da defesa
Falta de produtividade… ofensiva
Enorme défice… de ideias no banco
Escassez de organização…no meio do campo  
Os jogadores são todos muito bons tecnicamente, como os economistas lusos, mas na prática ainda nunca ganhámos nada com isso
Ausências injustificadas ao serviço… só por não lhes apetecer ( Dani e Ricardo Carvalho)
Querem resolver os problemas todos sempre depressa demais agora… porque alguém errou no passado
Para que se acabe com a crise… de golos contam sempre com os mesmos que já não conseguem contribuir com mais  (Postiga e Nuno Gomes)

09 outubro 2011

Como escrever um texto com uma fartura de porras, sem dizer um único palavrão


Apraz-me saber que no meio de tanta de fast food, as farturas e as porras ainda dão um ar tipicamente português aos bares das feiras invadidos por cachorros, hambúrgueres, popcorns, waffles, néones de cor violeta e televisores gigantes sintonizados nas novelas da TVI, insuficientes, mesmo assim, para albergar todo o peito da Alexandra Lencastre. 

A patológica curiosidade do Antifalsidades, pouco frequentadora de feiras municipais, centrou-se obviamente em descortinar o que raio seria uma porra e o porquê do peito da Alexandra não caber ainda nos modernos ecrãs gigantes. A segunda dúvida não tive tempo de esclarecer, até porque ia acompanhado pela minha companheira e ela não é muito dada às novas tecnologias mas, após pagar dois euros pela conversa com a vendedora de porras de nacionalidade brasileira (que no seu país não se deve alongar muito sobre a sua profissão), concluí que a porra tem sido muito subestimada.
É sempre associada a um termo do calão que significa “espanto” ou “aborrecimento” quando, na verdade, deveria ser eleita como uma unidade de medida universal e usada oficialmente como termo de comparação. “Como assim?”, perguntará o leitor.
Eu explico. Esta conclusão resulta do número de pessoas que ouvi na feira a usarem o termo como referência abstractamente absoluta em frases como:
“Isto sabe mal como à porra”, “É caro como a porra”, “Está quente como a porra”, “As farturas têm óleo como a porra”, “Os churros são pequenos como a porra”, “No bar em frente vendem-se hambúrgueres como a porra”ou ainda “A Alexandra Lencastre está boa como a porra”.
Ou a capacidade de síntese que a palavra encerra, patente nas respostas de algumas personalidades que só vêem a TVI, quando questionadas sobre os efeitos da crise. A resposta é invariavelmente: “Isso agora é que é uma porra!” e “Não sabemos que porra havemos de fazer para isto melhorar!”. A prova da importância desta palavra é que nós, mesmo sem ver a TVI, sabemos o que isto quer dizer.
Até os mais nacionalistas podem diplomaticamente fazer valer as suas aversões sem chocar os mais liberais quando, indignados, perguntam: “O quê? O churro é um doce espanhol? E porque é que vendem aqui essa porra?” ou “Mas que raio de porra são as Waffles?”
Para os mais puristas da língua advirto já que não intentem reformar este termo e substitui-lo por sinónimos que demonstram “aborrecimento”. “Aborrecimentos” nem dados nós queremos, quanto mais se tivermos de pagar a porra de dois euros para os ter!
Se o termo “porra” fosse eleito, como merece, um dos mais importantes do nosso português eu, por exemplo, já não levava a mal quando os meus leitores com espanto indagassem:
 “Mas que porra de texto vem a ser este?”

04 outubro 2011

A primeira medida para diminuir o défice

Quer-me parecer que esta é já uma medida para combater o défice das Estradas de Portugal. Poupar nas placas de sinalização!
E o facto de abrandarmos para conseguirmos ler tudo é igualmente bom para poupar combustível... 

01 outubro 2011

Em busca da origem das espécies energúmenas

Para tentar perceber o porquê de Portugal estar sempre a falhar e o porquê de termos alguns personagens, que nos conduziram ao longo dos séculos a esta situação (não interessa copiar para aqui as duas folhas A4 com os energúmenos e energúmenas que descobri), li a "Origem das Espécies" do Darwin para tentar descortinar de onde veio toda essa gente. (Era só para não ler a história de Portugal do grande José Mattoso em 12 volumes que não tenho tempo).
Não encontrei explicação mas posso resumir aqui o que li e a conclusão a que cheguei:

                   A criação do homem antes de Darwin:


                  A criação do homem depois de Darwin:


E agora vou ler o Acto de Contrição três vezes e rezar quatro Avé Marias para me redimir desta blasfémia. Bjs e abraços e até amanhã se Deus quiser!

29 setembro 2011

Olha e não é o que Castelo Branco foi entalado numa espécie de sarilho sexual?

Pelo menos uma coisa é certa, eu que sempre pensei que ele seria hermafrodita, a julgar por declarações para a comunicação social, e que se desenrascava sozinho, afinal, vai-se a ver, e a coisa precisa de mais alguém, o que prova que afinal tem um só sexo. Não sei qual é, nem me interessa, mas tem um só sexo.
E perguntam vocês mas que declarações é que me levaram a pensar que ele era hermafrodita?
Pronto eu transcrevo mas só desta vez! A seguir vou ali vomitar e já volto!

Onde dormiam?
Dormíamos em palhotas, eu dormia numa tenda com os homens, nunca fui tão macho em toda a minha vida, comecei a fazer xixi de pé (risos).

Sei que chegaram a questionar a sua sexualidade…
Sim. Eu pensei com os meus botões: “Se for conveniente vou ser senhora, senão serei senhor.” Acharam logo que eu era uma grande senhora. (…) Os nativos ficaram transtornados com a minha dualidade, achavam: “Ele não pode ser homem com aquele corpo e aquela cara.”
In Site dos Perdidos na Tribo

28 setembro 2011

Encontro de titãs entre Timor e Portugal


Ora então Timor está interessado na privatização da Galp e da EDP!
Eu acho muito bem! O problema é que o Primeiro-ministro Xanana terá que reunir com o Ministro das Finanças e aí teremos um encontro de titãs entre as personalidades lusófonas que ma…is pau…sa…da…mente fa…la…m.

E o Antifalsidades entende que isto é coisa para levar três ou quatro anos. Só para as introduções e apresentação de cumprimentos serão necessários seguramente três dias. Estou mesmo a ver:
"O…lá Se....nhor... Pri…mei…ro…mi…nis…tro…eu já o cum…pri…men…to. É só assi……nar…es…te di…plo…ma que cri...a uma ta...xa…
Está bem! Eu traduzo isto para uma velocidade normal senão ninguém lê isto até ao fim:
Ministro das Fianças:
"-Olá Senhor Primeiro Ministro, eu já o cumprimento. É só assinar este diploma que cria uma taxa para as pessoas que mictam (Ok! Urinam, eu e a minha diplomacia!) para fora das sanitas nas casas de banho públicas e que vai reduzir o défice em 0.05% . É que esta taxa ainda não tínhamos..."
Primeiro ministro Xanana:
"Não faz mal Senhor  Ministro das Finanças eu também tenho todo o tempo do mundo e ainda bem, senão, as minhas visitas à  Europa demoravam sempre menos do que vinte dias e nem sequer  tinha tempo para fazer o check in no hotel onde a minha delegação fica!"
Traduzindo a velocidade lenta só para ver se alguém lê isto até ao fim:
"-Não faz mal Sen...hor  Mi..nis..tro das Fi...nan...ças eu tam...bém te...nho to...do o tem...po do mun...do e ain...da bem, se...não, as mi...nhas vi...si...tas à  Eu...ro...pa de...mo....ravam sem...pre menos do que trin...ta dias e nem se...quer  ti...nha tem...po para fa...zer o check in no ho...tel on...de a mi...nha dele....ga...ção fi...ca!"

25 setembro 2011

A doença tripolar do AJJ

Sempre que oiço o AJJ mais confuso fico!
Mas ele quer a ajuda imprescindível do Continente, quer mais autonomia ou quer a independência? Temos que ajudar o homem nesta "doença tripolar". Deixo aqui a minha modesta contribuição não monetária:
Existem, presentemente, três estabilizadores do humor comprovadamente eficazes:
•O Lítio, comercializado, em Portugal, no medicamento Priadel;
•O Valproato, comercializado nos medicamentos Diplexil R e Depakine;
•A Carbamazepina (Tegretol).
Podem ser comprados nas fármácias de serviço hoje no Funchal. A farmácia  Madalena e a Honorato.

Era só! Bjs e abraços.

21 setembro 2011

Perturbação "buraquiva" compulsiva

Percebo perfeitamente o senhor Ministro das Finanças. Por causa das notícias mais recentes também eu estou descobrir buracos em tudo o que é sítio!




19 setembro 2011

Pergunta de fim de verão

Alguém conhece um cabeleireiro/barbeiro que só corte os cabelos brancos, que teimam em aparecer por cima das orelhas, e deixe os pretos! Há um ano que tento e ainda não consegui. Ou é incompetência ou sou eu que estou a ficar mais... maduro!

18 setembro 2011

Considerandos estratégicos militares (ou História contada por um leigo).

Vou iniciar este post com uma declaração escândalo que vai fazer estremecer as relações luso-chinesas. Depois de ter estado na grande muralha da China cheguei à conclusão que não necessitavam de ter perdido tanto tempo, dinheiro e vidas humanas para construir algo que não careciam e que, ao que tudo indica, não resultou.

Não sou grande estratega militar mas construir não sei quantos mil km de muralha em montanhas, foi pura perda de tempo. Não sei se já viram fotos da muralha. Não encontram nem um bocadinho numa zona plana.

Então, as tribos nómadas invasoras vinham por ali a cima com os seus tarecos e, ao fim de largos meses de viagem tentavam passar a muralha, para depois descer para ao outro lado, demorando mais uns meses? Se fosse eu tentava contornar por uma zona plana, até porque as montanhas só por si já são um paredão!
“Ah”, podem retorquir os leitores, “também servia para os chineses se deslocarem e levarem mercadorias”. Sim, isso é tudo muito bonito na teoria. Tentem lá ir, levar mais do que uma mochila com água e olhem para os milhões de degraus que têm à vossa frente. Eu aguentei mais ou menos uns trinta mil degraus e a única coisa que não me dói é a língua porque a partir dos 2000 degraus fui sozinho e não falei com mais ninguém!


Eu vou até mais longe. Derivado a esta obra pública e consequentes dívidas supervenientes, a China viveu na penúria durante séculos e só recuperou economicamente há cerca vinte anos, tal foi o esbanjar do erário público.
Nós por cá, não dilapidámos assim o dinheiro público. Para derrotar o exército do mais brilhante estratega militar da Europa, Napoleão, construímos meia dúzia de fortificações muito baratinhas em cada monte da zona de Torres Vedras, foi só esperar que eles passassem nos vales, e toma lá, “allez chez vous”.
Forte do Zambujal
O dinheiro poupado parece que só foi esbanjado anos mais tarde, entre 2004 e 2011, para construir um grande buraco na Madeira! Segundo os especialistas só vamos recuperar disto daqui a dois mil anos, tal como aconteceu com os chineses.

12 setembro 2011

Resposta a comentário da Julie

Ok! Julie mas o Lenine só lá esteve meia dúzia de anos. Pode portanto ser "giro".Queria só acrescentar algo mais ao que a tua avó disse: Eu acho que o Lenine está muito bem conservado para a idade, literalmente:))
Não consigo comentar no meu próprio blogue. Diz que não tenho autorização...??? Enfim!
 Agora não tenho tempo para resolver isso pois tenho que ir fazer as malas.

Pergunta do dia (só para as leitoras)

Conhecem algum ditador que seja, digamos, mais ou menos giro e tal? Não, pois não? Pois bem me parecia...  
Por isso é que esta gente toma o poder pela força e lá se mantém durante anos com mão de ferro. Se fosse com eleições livres não havia assessor de imagem, estilista ou maquilhadora que fizesse este homem ganhar uma única eleição livre...


Aqui com um apropriado olhar à "El matador"

10 setembro 2011

Já viram o preço dos porta-velas do IKEA?

Parece que está ao preço da uva "Mjona", passe a publicidade.

Ikea de Loures ( Dia 5/09/2011)


O perfil do português, segundo algumas empresas!

Na sequência de uma amostra efectuada a cerca de 15 colegas que receberam os mesmos spam, todos homens, o Antifalsidades chegou à conclusão que de acordo com o marketing de certas empresas estapafúrdias, o perfil do português é o seguinte:
É careca
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07 Set 12:40 release
karineashely@nebs.com

Tem o pénis pequeno
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É impotente
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Gosta de comprar contrafacções
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06 Set 10:30 release
veniceerminia@ctt.com )

e,

Está desempregado
(Está desempregado? Trabalhar e tao facil connosco - Boa tarde!, A companhia West Union Gr...
06 Set 03:56 release
jmsantos@unitefi.pt
Ainda esta preocupado em arranjar uma empresa - venha ca e seja feliz ! - Boa tarde!, A companhia West Union Gr...
06 Set 03:56 release
figueiredo@cm-azambuja.pt)

E eu que pensava que a presença do FMI era já a extrema vergonha e agora isto! Lanço desde já aqui o repto: se mais alguém recebe coisas destas é favor juntar-se à manifestação numa Praça a designar por SMS e pelos Facebooks todos!

Fonte: Spam Filter do meu email profissional.

Só mesmo para dizer que voltei!

"Eu cheguei em frente ao portão
O meu cão sorriu ladrando
Minhas malas coloquei no chão
Eu voltei!...


Tudo estava igual
Como era antes
Quase nada se modificou
Acho que nem mesmo eu mudei
E cheguei!...
Eu voltei!
Penso que agora para ficar
Porque aqui!
Aqui é meu lugar
Eu voltei pr'as coisas
Que eu deixei
Eu voltei!(...)"


Adaptação de um poema de uma musica de Roberto Carlos.
Brevemente publicarei algo sobre o onde andei...


01 julho 2011

Economia para principiantes

O corte de metade do subsídio de Natal, obriga-nos a cortar em metade das despesas supérfluas. O Antifalsidades, após aturada reflexão com os seus assessores económicos, revela em primeira mão as suas sugestões estapafúrdias para a poupança:

Já pensou na quantidade de palitos que desperdiça? Duplique a quantidade de uma caixa, cortando-os cada um ao meio.

Depilação de meia perna- Passe a depilar apenas ¼ de perna e use saias mais compridas.

Guardanapos, tanto esbanjamento! Quatro folhas para quê? Corte-os ao meio.

Meias doses – Nos restaurantes sugerir a implementação do ¼ de dose.

Fósforos outro desaproveitamento. Acenda o fogão o dobro das vezes se cortar cada fósforo ao meio.

Não desperdice água. Não peça meio copo de água com o café, se só vai beber metade. Peça ¼ de copo de água e contribua para o restabelecimento económico dos cafés e restaurantes.

Não utilize os meios de comunicação utilize apenas ¼ de comunicação.

Duplique o tamanho do rolo papel higiénico. Separe as folhas duplas e limpe-se a uma folha simples como se fazia antigamente.

Meia de leite? Implemente-se já a ¼ de leite, pois o que se aprecia mesmo é o sabor do café.

Se a sua empresa está em dificuldades patrocine apenas ¼ da ½ maratona.

Não se desloque em meios de transporte desloque-se em ¼ de transporte.

Não compre algodão. Use apenas um lado dos cotonetes, retire o algodão da outra ponta, junte e utilize-o para outros efeitos.

Depois de usar um dos lados dos cotonetes aproveite o plástico para espetar nos acepipes, naquelas festas com muitos convidados. Sempre poupa nos palitos…

Não compre envelopes. Utilize os que recebe das contas, cole o seu endereço por cima do logótipo e aproveite que em alguns a taxa já está paga.

Não compre os “grandes dicionários da língua portuguesa”, para o novo ano lectivo, porque o seu filho(a) não precisa de saber metade daquelas palavras (a menos que queira ser um Jorge Sampaio). Compre antes “pequenos dicionários da língua portuguesa”. Exemplos de termos que não vai usar? Apalestético, aprágio, abuta, borzeguiada, calépia e fiquei só na letra C.

Economia para leigos

Pergunta do dia:
Não sei quanto tempo tem a dívida grega mas se prolongarem mais a sua" maturidade" ela vai não vai cair de podre?


30 junho 2011

Marketing para principiantes

Vamos lá ver se eu percebo: Verão, 34 graus, tempo seco nos próximos meses e Lisboa "inundada" de anúncios a pneus Michelin, especiais para piso molhado...Logo no Verão, que quanto menos "pneu" tivermos melhor! Se a moda pega receio que alguém ainda se lembre de vender castanhas assadas em Agosto, para acompanhar as imperiais!


24 junho 2011

A cor do horto gráfico

Este é provavelmente o melhor artigo que li sobre o acordo ortográfico.
Vou então partilhá-lo com a umanidade.


Pensamentos do dia

As receitas passadas por médicos que já pereceram a utentes falecidos aviam-se nas farmácias que já se extinguiram?

A medicina está muito desenvolvida. Alguns médicos já conseguem prolongar a vida para além da morte. A chatice do único efeito secundário é que gera muita despesa ao estado.

Dúvida fiscal: Se se juntar um recibo fantasma, a uma receita passada por médicos mortos a utentes já falecidos, está previsto algum benefício fiscal no agonizante orçamento de estado de 2011?

Li por aí que “Bruxelas nos deu o benefício da dúvida”. Não concordo! Emprestaram-nos foi o benefício para pagar a dívida.

15 maio 2011

Fenómenos estranhos em Portugal

A blogger genuína Catirolas, da qual sou fiel seguidor, inspirou-me para escrever sobre os fenómenos que Portugal tem assistido nestes últimos meses. Como diria o nosso amigo La Palisse, alguns fenómenos considero explicáveis e outros, infelizmente, inexplicáveis.

Por exemplo o fenómeno do FMI. Ele é o FMI, para aqui, ele é o FMI para ali. O fenómeno do FMI tem uma explicação científica muito concreta e todos acreditamos nele porque o contemplamos no nosso dia-a-dia (e cada vez se vai vendo melhor).
É um fenómeno análogo ao de Fátima, só que ao contrário. Em vez de Nossa Senhora, uma espécie de Ministra do Céu, ter aparecido aos meninos e pedido penitência para salvar Portugal, agora foram três meninos que apareceram ao nosso senhor Primeiro-Ministro e mandaram-no fazer umas penitências para salvar Portugal. Outra diferença é que nos obrigaram a acreditar neste fenómeno, mesmo parecendo inacreditável como se chegou a este ponto.

Estamos todos então imbuídos do espírito do FMI e isso tem afectado, mesmo que não queira, a minha vida pois o Fundo não me sai da cabeça e tudo o que escrevo tem que ter "FMI". 

Outros fenómenos são verdadeiramente incompreensíveis.

Como por exemplo, o de Jesus e a sua insistência no guarda-redes Roberto para além de pensar que ia conquistar a liga dos campeões.
É o fenómeno: Foi Muito Ingénuo ou “FMI”.

Outro tem a ver com o ser humano mais caricato que eu já vi em toda a minha vida e, mesmo assim, ainda não acredito que existe. Agora, ao que me contaram, levou roupas e adereços Versace, Gucci e Dolce&Gabbana para um reality show, com uma tribo africana, cujo chefe não sabe se ele é homem ou mulher.
É o fenómeno: Folião Marchand Insexuado ou “FMI”

Outro foi a auréola do Sol vista em Fátima. Apesar de ser um fenómeno natural, dá que pensar sobre a hora e o dia em que aconteceu.
Vou chamar-lhe: Fenómeno Mesmo Idolátrico ou “FMI”.


Foto do DN
Para finalizar vou partilhar com todos vocês sobre um fenómeno que aconteceu comigo. É que Fiquei Mesmo Irado ou “FMI”, quando não pude aceder ao blogger durante alguns dias por razões técnicas e desapareceram alguns dos meus posts.
Apeteceu-me mesmo mandar F***r a Mer*a dos Imbecis (ou FMI) dos técnicos responsáveis pela manutenção!
Era só beijinhos e abraços.

14 maio 2011

Polititwitadas na actualidade

Olá respeitáveis leitores e leitoras. Finalmente tenho um bocadinho de tempo para o estaminé.

É que estive a ver (os que não vi gravei e vi depois) todos os debates, todas as análises aos debates, todos os programas de todos os canais de notícias com comentadores políticos residentes e comentadores convidados e todos os programas que dão voz ao povo. Acompanhei o triunvirato, as conferências de imprensa, enfim, tudo para ver se entendia a situação do país e confesso que ia ficando doido, comecei a usar óculos, mas ainda não percebi como é que se vai sair disto!

Não sei se já alguma vez viram duas temporadas seguidas da série “24” sem parar. Foi mais ou menos assim. Fiquei com um stress desgraçado e, mesmo assim, vim a descobrir que ainda faltam quatro ou cinco temporadas para saber como é que aquilo tudo acaba.

De maneiras que, concluí que os políticos e os comentadores políticos, deveriam explanar as suas ideias apenas com 140 caracteres, como se faz no Twitter. Tornava tudo muito mais fácil, evitavam-se as gaffes, não se falava de demais mas também não se falava de menos.

Isso é que era. Por exemplo a resposta à pergunta “Então a TSU aumenta, baixa, ou fica na mesma?” não precisava de vinte minutos de explanação em que os últimos dez minutos foram gastos a contradizer os primeiros dez. Pegavam numa engenhoca qualquer e escreviam a resposta com tempo, podendo apagar logo partes da frase assim que notassem as contradições. Se esse assunto já tivesse sido abordado por alguém, evitavam-se as contradições pois colocava-se “#TSU” e apareciam todas as frases proferidas sobre este assunto.

Se não conseguissem responder em 140 caracteres lá aparecia aquela famosa frase; “O teu tweet tinha mais de 140 caracteres. Tens que ser mais esperto.”, ao que eu acrescentaria, para o povo te entender.

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