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06 fevereiro 2012

Acerca da crueldade para com os animais

 
Sobre a polémica das condições desumanas (este termo aplica-se aqui bem J) em que vivem milhões de galinhas poedeiras em Portugal, o Antifalsidades quer apenas informar, para os devidos efeitos, que deve cumprir com toda a legislação em vigor sobre os animais domésticos!

Senão vejamos:
Galinhas poedeiras da mãe do Antifalsidades em pleno usufruto de uma espécie de relvado do quintal do Antifalsidades, sem que ninguém as incomode.

Galinha poedeira com a sua prole aconchegada numa habitação do tipo T0, sem renda associada.
Cão e gato do Antifalsidades (eram ambos abandonados e foram criados em casa) que esqueceram para sempre a divergência que dura há milénios entre os restantes membros das suas espécies.
Cadela da mãe do Antifalsidades, que também quer ser criada na casa deste, e assalta frequentemente o quintal pulando sobre o muro separador, só para se fazer anunciar pela janela (em cima de uma cadeira).
Gato numa das suas habitações T0.
 
Cão do Antifalsidades com calçado indoor.
 e mais esta...

Era tudo! Tratem bem dos bichos e das bichas que são nossos amigos!  

04 fevereiro 2012

Esta é a gota de gosma que fez transbordar o copo!

O Antifalsidades tem estado muito sossegadinho e não tem criticado as medidas dos nossos políticos, até porque não sabe muito sobre isso e, valha a verdade, também não servia para nada.
Mas agora chega! Cansei! Estão a destruir o âmago do nosso portuguesismo. Proibir alguns feriados, banir os subsídios de férias e Natal, impedir de escrever como se escrevia, interditar os funcionários públicos de se vestir de matrafonas por terem de trabalhar no Carnaval, ainda vá que não vá, mas agora isto:


O que mais vai acontecer à nossa original portugalidade? Onde é que isto vai parar?
Andei anos e anos a treinar para poder vislumbrar os indícios do cerimonial iniciático de uma escarradela e aliar isso ao consequente cálculo mental imediato para mudança de trajectória súbita, para agora deitar ao lixo!

E o que vai acontecer, por exemplo, a estas parcerias público-privadas (sim urinar em privado num espaço público é para o Antifalsidades uma parceria público/privada):

Ok! Pronto! Esta de proibir o urinar, o Antifalsidades até é a favor! Mas só porque sou asseadinho. É que o urinar na via pública pressupõe o não banhar das manápulas após o acto e isso é coisa que me assusta, sobretudo em dias de bola, que cumprimento 1/4 da bancada Sagres do estádio do Benfica com o famoso “bacalhau”.
Mas proibir o cuspir para o chão? Logo agora que toda a gente sabe como se desviar desses energúmenos a tempo! Não havia coisas mais urgentes?

E se alguém inventar um escarrador portátil? Já se pode voltar a cuspir? Isso é que era!
Cada energúmeno com genes da cobra-capelo usando o seu próprio gadget armazenador de gosma.

Vislumbro aqui uma oportunidade de negócio para aos dias que correm pois o público-alvo é imenso. Vou até informar um dos maiores bloggers portugueses e guru reconhecido em coisas modernas, o Reflexões de um Cão com Pulgas, a ver se conhece um industrial de coisas tecnológicas que pegue nesta estrambólica ideia.
Não tem de ser necessariamente a Apple a pegar nisto pois o design excepcional aqui é o que menos interessa. A autonomia é que é fundamental! Tem é de ter uma autonomia para cerca de um litro, se não o target group não ficará satisfeito. Isto de ter de descarregar a coisa de três em três horas…
E era mais ou menos isto que eu queria dizer sobre esta ideia do Rui Rio, com a qual concordo plenamente, para acabar com estas anormalidades. Se notarem alguma bipolaridade neste texto é porque o último parágrafo já foi escrito depois de tomada a medicação apropriada…e já estou no meu perfeito juízo.

31 janeiro 2012

Esta carantonha não me é estranha!

O personagem ululante que um dia se gabou de guiar com os joelhos, ao mesmo tempo que falava ao telemóvel está de regresso à TV num programa de imitações.
Quem é que este senhor está a imitar? O Demis Roussos? O Pavaroti? O Israel Kamakawiwo'ole (aquele do “Somewere over the rainbow” com uquelele)? Não caros leitores! Nada disso! Está a imitar a Simone!
A Simone, sim! Porque alguém da produção, que usa 15 dioptrias, entendeu que era muito parecido fisicamente com ela. Só pode, porque em termos musicais estamos a comparar o som de uma vuvuzela com o de um violino!
Perdoa-os Simone que eles não sabem o que fazem!

23 janeiro 2012

O eterno problema da articulação verbal do Jesus

A complexidade da articulação verbal do Jorge Jesus agora já nem é “traduzida” para português corrente quando transcrevem as suas dissertações. Já devem estar cansados e vai daí decidiram escrever como ele verbalizou e prontos.




In Record online um dia destes

16 janeiro 2012

Afinal já há pasteis de nata na China!

O Antifalsidades não queria afundar mais a já débil situação financeira mas tenho uma má notícia para a nossa economia. Aquela sugestão da exportação dos pastéis de nata? Lembram-se? Esqueçam! Os chineses já lá têm a receita.
“E como é que o Antifalsidades sabe isso”, perguntarão os leitores? Porque fotografou os ditos pastéis na China em 2008 e já não se lembrava. Ao vasculhar as centenas de fotografias tiradas encontrou esta preciosidade.
Não sei bem a história de como lá terá chegado a receita mas de certeza que um nosso antepassado terá privatizado a mesma e os chineses compraram!

Alguém tenha a fineza de avisar o Sr. Ministro Álvaro desta situação que eu não tenho o contacto dele. Ah! E já agora, para que não apareça mais uma medida de austeridade para compensar o falhanço deste  negócio, relembrem-lhe que ainda temos a baba de camelo…


14 janeiro 2012

Weekend private horror videos!



The cossack, the templar and a man in black!
Coming soon in a private video near you. Yes, coming soon!

10 janeiro 2012

Adoro as notícias com refrão que se repetem até à exaustão. Adoro as notícias com refrão que se repetem até à exaustão.


O Antifalsidades, que não é exemplo para ninguém do ponto de vista gramatical, descobre mesmo assim que há jornalistas com grande potencial para serem letristas de música ligeira mas que estão ainda confusos com os correctores ortográficos. Para além das gralhas, (a do “aonde” é grave!) o texto repete-se como se de um refrão de tratasse, presumivelmente por falta de mais informação. De qualquer modo realça o bom trabalho das autoridades, valha-nos isso!


O Antifalsidades, que não é exemplo para ninguém do ponto de vista gramatical, descobre mesmo assim que há jornalistas com grande potencial para serem letristas de música ligeira mas que estão ainda confusos com os correctores ortográficos. Para além das gralhas, (a do “aonde” é grave!) o texto repete-se como se de um refrão de tratasse, presumivelmente por falta de mais informação.
De qualquer modo realça o bom trabalho das autoridades, valha-nos isso!

No DN online de 6/1/2012




06 janeiro 2012

A crise é tão grande que até os capitais fogem!

O Antifalsidades, que como sabem percebe muito de coisa nenhuma, não alcança muitas das leis do mercado actual. Um exemplo é a expansão económica de um país, para já com um regime comunista e por isso de raiz anticapitalista, que resolve comprar acções de empresas de fornecimento de energia eléctrica, para além de investir em títulos de dívida pública.
Para a trapalhada ser maior e eu me rir mais um bocadinho, só faltava o Partido Comunista Português, num futuro governo, nacionalizar a EDP que agora pertence aos chineses, pátria maior (mesmo muito grande!) do comunismo.
Como conseguem depreender andava eu já confuso com as novas tendências do mercado de capitais, quando o grupo Jerónimo Martins (dono do Pingo Doce) resolve plantar os seus capitais na Holanda. Assim, e antes de qualquer economista de renome inventar uma explicação racional para a fuga de capitais da Jerónimo Martins, o Antifalsidades, como sempre, inovou e tem a sua própria explicação estrambólica, baseada no que contemplou e fotografou em Amesterdão aqui há atrasado (mas que não tive tempo de publicar):
O presidente do grupo Jerónimo Martins depois de uma viagem à Holanda, onde se nutriu no restaurante El Charro,



saiu de lá a rir, admirou algumas montras estáticas, bem como outras em que as manequins se mexiam e faziam um gesto com o dedo a dizer “Venha cá” (o Antifalsidades só tem, por manifesta infelicidade, fotos das estáticas)




que resolveu ir para lá enfiar o dinheiro do grupo no Rabobank (onde os depósitos se devem fazer em sacos de latex hermeticamente fechados).


Para já é só o início, uma espécie de starter kit, mas com o evoluir da crise o grupo vai passar a plantar mais, e consequentemente, rir muito mais.

Se os renomados economistas ou os administradores da JM, que lêem este blogue pretenderem refutar esta estapafúrdia explicação, redigida enquanto tragava lentamente um chá de ervas, estejam à vontade pois o meu email está no perfil e o meu advogado está a par da situação.
Bjs para todos, menos para o Jerónimo que era galego e não gostava dessas coisas!

08 novembro 2011

Para quem estiver interessado em ter filhos em pouco tempo

Visto por aí num jornal. O lado positivo é que ele devolve o dinheiro se formos roubados, o que nesta "consulta" deve ser quase sempre...
A pergunta que se impõe é:
Será que ele tem um catálogo para se escolher o "sexo" no tamanho da nossa preferência? 

04 novembro 2011

Esta é, provavelmente, a foto mais embaraçosa da minha vida!

Países na Ásia há que não têm os tabus portugueses nas revistas de segurança dos aeroportos. Por cá, quando o aparelhómetro que detecta metais e mais não sei o quê “apita”, uma senhora apalpa uma senhora e um homem apalpa um homem. Pode parecer um pouco gay mas é assim.
É uma regra que deve estar gravada em alguma pedra sagrada que condicionou toda a nossa puritana educação. Como se uma senhora não soubesse o que pode encontrar quando, em dez segundos, desliza as mãos com luvas pelo corpo de um homem… vestido.

Para terem uma ideia, na prática, do que acontece muitas vezes comigo nos aeroportos portugueses é o seguinte:

Se o funcionário que faz a revista está ocupado, apesar de estarem três seguranças meninas a olhar para mim, ninguém me chama porque estão à espera da fulana formosa (claramente usei aqui uma mescla de Bocage/Camões, para evitar o termo “gaja boa” que repudio) que está atrás de mim. Ao fim de alguns minutos lá tenho que ser apalpado pelo cavalheiro de bigode (logo eu que nem gosto de cavalheiros com bigode… nem sem bigode), enquanto todos olham para a tal sujeita bem-parecida a ser tacteada por outras meninas, originando atrasos invariavelmente imputados aos passageiros do sexo masculino.

Mas na Ásia não se liga muito a isso. O que é necessário é revistar o maior número de passageiros para despachar a fila e não atrasar os voos. Assim, qualquer menina da segurança nos pede para levantar a camisa enquanto nos tira o cinto, mexe e remexe na nossa cintura sem luvas e olha objectivamente para algures à procura de qualquer material explosivo.
“Ah, e tal isso são histórias do estapafúrdio autor do blogue só para aumentar exponencialmente o número de visitas”, dirão os leitores…
Pois não são e eu tenho aqui a prova:


Agora que já se calaram, perguntam vocês: “Mas quem tirou a foto mais embaraçosa da sua vida?”
Foi a minha companheira de viagem, por ter achado “giro” eu estar publicamente envolvido com uma senhora asiática e em que ambos colaboramos para… como dizer, tudo se processasse melhor.

Brincadeira à parte, não deve ter sido nada de especial pois não me lembrava nada disto se não tivesse visto a foto. Ah! E para a menina que me revistou também não deve ter sido bom… É que nunca mais nos vimos!

28 outubro 2011

Cacetes, italianos e caralhotas ou a escandaleira na panificação.

Confesso que a indústria da panificação nunca me interessou. Até há poucos dias.
Mal comparada, é como o mundo da moda, da decoração ou o das plantas, que já abordei aqui e aqui. É que eu nunca sei, nem me interessam, as designações associadas.
Para terem uma ideia, quando compro pão avulso o nível da conversa nunca vai para além de:
- Queria cinco daqueles da segunda prateleira.
E o funcionário:
- Vianas ou Muletes?
E eu:
- Dos redondos e também quatro daqueles do canto.
E a resposta:
- Cacetes ou italianos? Olhe que os italianos estão mais fofinhos, os cacetes hoje saíram mais rijos.
E eu:
- Dê-me então antes quatro papo-secos.
E ele:
- Já não confeccionamos!
Enfim! Uma nulidade de conteúdos porque as únicas designações de pães que conhecia eram o papo-seco e o cacete. O papo-seco caiu em desuso, por força das misturas de todo o tipo de farinhas e eu nunca pronuncio nem peço “cacetes” pois a resposta será invariavelmente: “Dos grandes ou dos pequenos?” e eu, francamente, não sou cá desses.
E lá seguia eu na minha vidinha sossegado, suportando o tabu de nunca dizer “cacete” associado a algo comestível, quando esbarrei com… “As caralhotas”.


Como devem calcular já comprei uma máquina de fazer pão em casa, para evitar mais embaraços ao balcão, e fui pesquisar o que raio são “As caralhotas”.
Está tudo neste artigo hilariante do qual transcrevo as partes mais censuráveis, como não podia deixar de ser.
“(…) Mais tarde, foi a sogra que lhe ensinou os segredos das caralhotas. E hoje, aos 57 anos, não tem dúvidas quando afirma que é “uma artista” (…). Já passaram três décadas desde que começou a cozer caralhotas. Primeiro por necessidade, agora por paixão”.
“Mas o segredo está na forma como se bate a massa. Tem de ser num alguidar (…), sempre a bater até pingar o suor. Até a massa fazer bolhas”, diz Emília Caldeira.”
“É um pão (…) que deixa as pessoas satisfeitas. Não é como os papo-secos de agora, que são muito fraquinhos. As caralhotas (…) são muito saborosas.”

E é mais ou menos isto que me apetecia dizer sobre a escandaleira que graça no universo da panificação e que, até agora, ninguém tinha denunciado.

26 outubro 2011

Os ratos são sempre os primeiros a abandonar o navio... e ainda bem!


Olha que feliz que eu estou !!!
Já agora que leve o Granger, e aquela outra que tem um megafone embutido na garganta (a qualquer coisa Pinheiro) e os do programa da manhã da TVI, que não se calam nem um bocadinho.
Ah! E não se esqueça da farpela que surge na foto, que lá deve fazer um figurão nas entrevistas de emprego.



24 outubro 2011

Partir em caso de emergência? Garanto que eu não partia nada

De regresso!
E ainda ando à procura de adjectivos para descrever a sensação de estar a 3 metros de uma manada de elefantes "in the wild".
Esta é a única situação em que eu não partia o vidro em caso de emergência. Aliás, se houvesse uma emergência era porque um destes "bichos" nos tinha partido o vidro... e era usada um tromba com toda a certeza.:)) Kruger Park 2011

09 outubro 2011

Como escrever um texto com uma fartura de porras, sem dizer um único palavrão


Apraz-me saber que no meio de tanta de fast food, as farturas e as porras ainda dão um ar tipicamente português aos bares das feiras invadidos por cachorros, hambúrgueres, popcorns, waffles, néones de cor violeta e televisores gigantes sintonizados nas novelas da TVI, insuficientes, mesmo assim, para albergar todo o peito da Alexandra Lencastre. 

A patológica curiosidade do Antifalsidades, pouco frequentadora de feiras municipais, centrou-se obviamente em descortinar o que raio seria uma porra e o porquê do peito da Alexandra não caber ainda nos modernos ecrãs gigantes. A segunda dúvida não tive tempo de esclarecer, até porque ia acompanhado pela minha companheira e ela não é muito dada às novas tecnologias mas, após pagar dois euros pela conversa com a vendedora de porras de nacionalidade brasileira (que no seu país não se deve alongar muito sobre a sua profissão), concluí que a porra tem sido muito subestimada.
É sempre associada a um termo do calão que significa “espanto” ou “aborrecimento” quando, na verdade, deveria ser eleita como uma unidade de medida universal e usada oficialmente como termo de comparação. “Como assim?”, perguntará o leitor.
Eu explico. Esta conclusão resulta do número de pessoas que ouvi na feira a usarem o termo como referência abstractamente absoluta em frases como:
“Isto sabe mal como à porra”, “É caro como a porra”, “Está quente como a porra”, “As farturas têm óleo como a porra”, “Os churros são pequenos como a porra”, “No bar em frente vendem-se hambúrgueres como a porra”ou ainda “A Alexandra Lencastre está boa como a porra”.
Ou a capacidade de síntese que a palavra encerra, patente nas respostas de algumas personalidades que só vêem a TVI, quando questionadas sobre os efeitos da crise. A resposta é invariavelmente: “Isso agora é que é uma porra!” e “Não sabemos que porra havemos de fazer para isto melhorar!”. A prova da importância desta palavra é que nós, mesmo sem ver a TVI, sabemos o que isto quer dizer.
Até os mais nacionalistas podem diplomaticamente fazer valer as suas aversões sem chocar os mais liberais quando, indignados, perguntam: “O quê? O churro é um doce espanhol? E porque é que vendem aqui essa porra?” ou “Mas que raio de porra são as Waffles?”
Para os mais puristas da língua advirto já que não intentem reformar este termo e substitui-lo por sinónimos que demonstram “aborrecimento”. “Aborrecimentos” nem dados nós queremos, quanto mais se tivermos de pagar a porra de dois euros para os ter!
Se o termo “porra” fosse eleito, como merece, um dos mais importantes do nosso português eu, por exemplo, já não levava a mal quando os meus leitores com espanto indagassem:
 “Mas que porra de texto vem a ser este?”

04 outubro 2011

A primeira medida para diminuir o défice

Quer-me parecer que esta é já uma medida para combater o défice das Estradas de Portugal. Poupar nas placas de sinalização!
E o facto de abrandarmos para conseguirmos ler tudo é igualmente bom para poupar combustível... 

21 setembro 2011

Perturbação "buraquiva" compulsiva

Percebo perfeitamente o senhor Ministro das Finanças. Por causa das notícias mais recentes também eu estou descobrir buracos em tudo o que é sítio!




12 setembro 2011

Pergunta do dia (só para as leitoras)

Conhecem algum ditador que seja, digamos, mais ou menos giro e tal? Não, pois não? Pois bem me parecia...  
Por isso é que esta gente toma o poder pela força e lá se mantém durante anos com mão de ferro. Se fosse com eleições livres não havia assessor de imagem, estilista ou maquilhadora que fizesse este homem ganhar uma única eleição livre...


Aqui com um apropriado olhar à "El matador"

25 abril 2011

A FHM da indústria gráfica.

Por razões profissionais e para estar atento às falsidades, já há muitos anos leio a revista Intergráficas que assinamos. Aquela que pretende ser uma revista de referência tem alterado, ao longo do tempo, a sua capa para se tornar numa espécie de FHM do mundo gráfico, com temas sugestivos como “Centre-se na trama”, Grande é melhor”, “Melhora e seduz”, ilustrados com belíssimas modelos em poses sugestivas.


Chegou a tal ponto, que alguns profissionais do ramo já nem se interessam pelo conteúdo, como certas perguntas que me fazem o testemunham: “Já viste a capa da Intergráficas deste mês?’”, “Quando é que vemos a Soraia Chaves na capa da Intergráficas?”, “E aquela das novelas, a Alexandra qualquer coisa que tem dois belíssimos reservatórios de tinta (sim, o piropo em linguagem “gráfica” tem estas variantes e pode chegar a este ponto!), que foi casada com o Heineken?”.

O facto de surgirem revistas largadas a um canto, sem capas, estando apenas conspurcadas de tinta a primeira página e a capa de trás, é também indiciador da manipulação com o fito de uma consulta rápida para remoção da página com a foto mais sugestiva.

Diminuição das vendas? Desinteresse pelo tema? Crise que se abateu de forma geral sobre a indústria portuguesa? Seja qual for o motivo para esta reviravolta editorial da capa, aviso já que no interior só surgem anúncios a tintas, máquinas de impressão, impressoras e, de vez em quando, uma entrevista a um senhor de bigode proprietário de uma tipografia qualquer. Ah! E não podia faltar um lindíssimo poster com o último grito da impressão offset a dez cores patrocinado pela empresa Heildelberg.

Só sei que com isto tive que alterar a minha rotina. Só leio nos transportes públicos as revistas que encontro sem capa pois há tanta gente respeitável que se senta à minha frente no metro! E já nem as levo para casa pois sempre se evita uma troca de argumentos com a companheira, pouco atenta às novidades da indústria gráfica.

As poucas que encontro com capa rasgo-as e colo a capa no meu armário pessoal no interior da porta, só para saber em que revista estão os assuntos que mais me interessam…


14 abril 2011

Novas sobre a pa (ma)ternidade…

Adoro estas novas correntes de pensamento sobre a paternidade, da educação pelo não, do incutir responsabilidades, do aprender com os erros, enfim… tudo aquilo que os meus pais, e muitos outros, faziam mas que agora é que é razoável porque “sai” nas revistas e “dá” nos programas de TV nas manhãs.

Nestas novas tendências uma frase, quiçá polémica, sobressai por ser, finalmente, inovadora:

O autor é o psicólogo Eduardo Sá, aquele da voz calma e que fala sempre em tom muito baixinho mas assertivamente.

Muitos pais não devem ser a favor nem contra esta afirmação, antes pelo contrário, porque ainda não perceberam o alcance da expressão. Eu vou tentar seguir esta nova tendência e praticar o saber ser mãe, ouvir com o coração e traduzir com gestos aquilo que sinto, para me sentir mais homem.

Digo até mais: a partir de agora, homem que é homem tem que ser uma boa mãe para não ser considerado um medricas.

E era só. Vou ali a Bologna, Verona, Veneza e Milão e já volto. Fiquem bem!

14 março 2011

E agora, apesar da conjuntura, a piada do ano...


Parece que existe por aí um alarido por causa desta medida mas que eu não entendo muito bem porquê (há pouca coisa que eu percebo, como vocês sabem).
Eu acho bem! Tudo a subir, tudo a subir e quando algo desce fica tudo escandalizado. Se tudo o que se relaciona com a prática desportiva do golfe ficar mais barato, melhor! Pelo menos incentiva a prática desportiva de alguém…

O que realmente me preocupa nesta medida é ela vai contribuir para a violência… nos estádios. As claques podem, a partir da entrada em vigor desta medida, comprar mais bolas de golfe para arremessar! Isto é que devia preocupar os 10 milhões de portugueses e os cerca 25 milhões de benfiquistas espalhados pelo Mundo, pois a sua equipa é o principal alvo desta intifada dos fundamentalistas de bancada.

A seguir vem o quê? A diminuição do IVA para as cadeiras de plástico sem pernas? A dedução em sede de IRS na compra de isqueiros, telemóveis, baterias de telemóveis e outros objectos que tenham como força motriz o movimento de um braço? A gratuitidade para o tratamento do atraso mental dos líderes das claques?

Estou mesmo muito indignado com esta diminuição do IVA: Se tivesse mil seguidores no Facebook convocaria já uma manife, na Quinta do Lago, para evitarmos esta previsível violência!

Era tudo! Que país este…

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