25 abril 2012

O efeito Jorge Jesus

Eu Benfiquista me confesso! O Benfica sem o JJ nunca mais será o mesmo. Já estou com saudades até do que ele ainda não disse. Assim deixo aqui algumas frases que ele ainda não disse mas, se vir este post, ainda vai a tempo de pronunciar:

Não é por termos perdido com o Zzporting que está o caldo encarnado. Não desistimes e ainda têmos uma final!

O Manuel, ou Nolito como dizem vocês, arranca com grande dificuldade para a linha e não centra! Têm grande potencial e a adaptação não são fáceis!

As grandes equipes gostam é de estar nas grandes competições, gostam é disse, e nós fôramos uma grande equipe, até há uma semana!

Continuo a confiar no Roberte, no Keirisson, no Carole, no Patrick, no Filipe Menezes e no César Peixote e ainda hoje podiam ser titular no Benfica!

Para o ano desejáramos de apanhar o Chelsea na Xampions ligue pois ainda acredite que seramos melhor que eles.

Os árbites terem de ser menos teóricos e mais prátiques. Terem que serem como eu, lerem menos livres e perceberem mais de futebol.

Queremos que o nosso publique ou seja, os adeptos, sócios e simpatizantes do Benfica, apoiem condicionalmente a sua equipe em todos os momentos e enquanto houver jogo!

Espero para o ano nunca ter de inventar lá atrás, como sucedeu no Chelsea, mas o Benfica é munta forte tacticamente e os outros nunca vão ter a noção do posicionamente técnico dos nossos jogadores.

Noticias em "desfoco"

Fotos tiradas por aí (Aeroporto de Charles de Gaulle). "Unamos os nossos esforços para restaurar a imagem da nossa companhia". Não parece que tenha resultado. O fotógrafo não se esforçou lá muito...

A importância de ser 25 de abril

Este ano é o primeiro ano em que o 25 de Abril se escreve com letra pequena e deve ser por isso que está a perder importância. É que quase ninguém quis ir "ao 25 de abril"! Curiosamente hoje dia estreia o filme "Os Vingadores"...Enfim! Efemérides :)

Milão

Moda intíma

Estive por aí

...e tantas coisas que tenho para publicar.

13 fevereiro 2012

A P.D.I.

Sei que estou a ficar mais…velho quando:

- Quando num elevador de centro comercial um grupo de jovens pensa que a “Dama de ferro” “Deve ser mais um filme da Marvel”;
- Sei que a música que tornou famosa a Witney Houston (RIP), I Will Always Love You, foi composta e é interpretada pela Dolly Parton, desde 1000 900 e 70 e tal;

- Não me lembro quantos treinadores o Sporting teve nos últimos cinco anos;

- Não me lembro quantas goleadas o Benfica já infligiu esta época!

06 fevereiro 2012

Acerca da crueldade para com os animais

 
Sobre a polémica das condições desumanas (este termo aplica-se aqui bem J) em que vivem milhões de galinhas poedeiras em Portugal, o Antifalsidades quer apenas informar, para os devidos efeitos, que deve cumprir com toda a legislação em vigor sobre os animais domésticos!

Senão vejamos:
Galinhas poedeiras da mãe do Antifalsidades em pleno usufruto de uma espécie de relvado do quintal do Antifalsidades, sem que ninguém as incomode.

Galinha poedeira com a sua prole aconchegada numa habitação do tipo T0, sem renda associada.
Cão e gato do Antifalsidades (eram ambos abandonados e foram criados em casa) que esqueceram para sempre a divergência que dura há milénios entre os restantes membros das suas espécies.
Cadela da mãe do Antifalsidades, que também quer ser criada na casa deste, e assalta frequentemente o quintal pulando sobre o muro separador, só para se fazer anunciar pela janela (em cima de uma cadeira).
Gato numa das suas habitações T0.
 
Cão do Antifalsidades com calçado indoor.
 e mais esta...

Era tudo! Tratem bem dos bichos e das bichas que são nossos amigos!  

04 fevereiro 2012

Esta é a gota de gosma que fez transbordar o copo!

O Antifalsidades tem estado muito sossegadinho e não tem criticado as medidas dos nossos políticos, até porque não sabe muito sobre isso e, valha a verdade, também não servia para nada.
Mas agora chega! Cansei! Estão a destruir o âmago do nosso portuguesismo. Proibir alguns feriados, banir os subsídios de férias e Natal, impedir de escrever como se escrevia, interditar os funcionários públicos de se vestir de matrafonas por terem de trabalhar no Carnaval, ainda vá que não vá, mas agora isto:


O que mais vai acontecer à nossa original portugalidade? Onde é que isto vai parar?
Andei anos e anos a treinar para poder vislumbrar os indícios do cerimonial iniciático de uma escarradela e aliar isso ao consequente cálculo mental imediato para mudança de trajectória súbita, para agora deitar ao lixo!

E o que vai acontecer, por exemplo, a estas parcerias público-privadas (sim urinar em privado num espaço público é para o Antifalsidades uma parceria público/privada):

Ok! Pronto! Esta de proibir o urinar, o Antifalsidades até é a favor! Mas só porque sou asseadinho. É que o urinar na via pública pressupõe o não banhar das manápulas após o acto e isso é coisa que me assusta, sobretudo em dias de bola, que cumprimento 1/4 da bancada Sagres do estádio do Benfica com o famoso “bacalhau”.
Mas proibir o cuspir para o chão? Logo agora que toda a gente sabe como se desviar desses energúmenos a tempo! Não havia coisas mais urgentes?

E se alguém inventar um escarrador portátil? Já se pode voltar a cuspir? Isso é que era!
Cada energúmeno com genes da cobra-capelo usando o seu próprio gadget armazenador de gosma.

Vislumbro aqui uma oportunidade de negócio para aos dias que correm pois o público-alvo é imenso. Vou até informar um dos maiores bloggers portugueses e guru reconhecido em coisas modernas, o Reflexões de um Cão com Pulgas, a ver se conhece um industrial de coisas tecnológicas que pegue nesta estrambólica ideia.
Não tem de ser necessariamente a Apple a pegar nisto pois o design excepcional aqui é o que menos interessa. A autonomia é que é fundamental! Tem é de ter uma autonomia para cerca de um litro, se não o target group não ficará satisfeito. Isto de ter de descarregar a coisa de três em três horas…
E era mais ou menos isto que eu queria dizer sobre esta ideia do Rui Rio, com a qual concordo plenamente, para acabar com estas anormalidades. Se notarem alguma bipolaridade neste texto é porque o último parágrafo já foi escrito depois de tomada a medicação apropriada…e já estou no meu perfeito juízo.

31 janeiro 2012

Esta carantonha não me é estranha!

O personagem ululante que um dia se gabou de guiar com os joelhos, ao mesmo tempo que falava ao telemóvel está de regresso à TV num programa de imitações.
Quem é que este senhor está a imitar? O Demis Roussos? O Pavaroti? O Israel Kamakawiwo'ole (aquele do “Somewere over the rainbow” com uquelele)? Não caros leitores! Nada disso! Está a imitar a Simone!
A Simone, sim! Porque alguém da produção, que usa 15 dioptrias, entendeu que era muito parecido fisicamente com ela. Só pode, porque em termos musicais estamos a comparar o som de uma vuvuzela com o de um violino!
Perdoa-os Simone que eles não sabem o que fazem!

29 janeiro 2012

Louvor a uma grande Senhora que se reformou

Por ocasião da passagem à reforma da Directora de Serviços, foi-me pedido que escrevesse "algo engraçado" para lhe darmos num jantar de despedida.  Foi uma referência para nós ao longo dos anos em que privámos não só pela sua experiência de vida mas,  sobretudo, pelos seus conhecimentos gramaticais da língua portuguesa que incessante procurava aperfeiçoar. Com base nestas características  "a coisa" saíu-me assim: 


LOUVOR

QUER todo o Departamento, louvar a Senhora X, sem reticências, por ter acrescentado às nossas existências bastantes predicados que nos fizeram medrar enquanto funcionários e seres humanos, ponto final. É pois com um desmedido ponto de exclamação e uma pitada já de saudade que proferimos:
Obrigado!

Obrigado por ter colocado à nossa disposição um enorme prontuário de saberes, não só gramaticais e, com sua erudição, nos ter prevenido para os pontos e vírgulas desta vida que por vezes, e de acordo com conjunções que nos sobrepujavam, surgiam sem abrir qualquer tipo de parênteses.
 
Cientes de que uns quantos complementos circunstanciais nos fizeram arrepiar caminho e divergir até de algumas das suas interjeições adverbiais de modo, tudo fizemos para honrar com os nossos adjectivos qualificativos, mesmo de inferioridade, as funções que nos tinha confiado para chegarmos ao elevado grau de satisfação de dever cumprido.

Consideramos que nunca foi agente de uma voz passiva, muito pelo contrário, foi sempre uma voz activa mas sempre cumpridora das regras gerais da concordância, de modo a que não permanecêssemos inflexivamente intransitivos de forma reflexa, parados numa conjuntura a observar tempos passados, erradamente conjugados.

Não sendo necessário abrir aspas, para transcrever a tónica principal que mais a caracteriza, pensamos que em ciência e em consciência sempre fez o que estava ao seu alcance para todos os seus sujeitos subordinados concordarem com os seus esdrúxulos predicados.

Considerando que, após ter colocado um ponto final na sua proparoxítona carreira, continua ainda a guardar a sua fé, fazemos votos para que o Senhor ouça as suas orações subordinadas, que lhe assista em todos os complementos circunstanciais da sua nova vida e lhe traga tudo aquilo que mais deseja.
Lisboa 19 Dezembro de 2011
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