04 fevereiro 2012

Esta é a gota de gosma que fez transbordar o copo!

O Antifalsidades tem estado muito sossegadinho e não tem criticado as medidas dos nossos políticos, até porque não sabe muito sobre isso e, valha a verdade, também não servia para nada.
Mas agora chega! Cansei! Estão a destruir o âmago do nosso portuguesismo. Proibir alguns feriados, banir os subsídios de férias e Natal, impedir de escrever como se escrevia, interditar os funcionários públicos de se vestir de matrafonas por terem de trabalhar no Carnaval, ainda vá que não vá, mas agora isto:


O que mais vai acontecer à nossa original portugalidade? Onde é que isto vai parar?
Andei anos e anos a treinar para poder vislumbrar os indícios do cerimonial iniciático de uma escarradela e aliar isso ao consequente cálculo mental imediato para mudança de trajectória súbita, para agora deitar ao lixo!

E o que vai acontecer, por exemplo, a estas parcerias público-privadas (sim urinar em privado num espaço público é para o Antifalsidades uma parceria público/privada):

Ok! Pronto! Esta de proibir o urinar, o Antifalsidades até é a favor! Mas só porque sou asseadinho. É que o urinar na via pública pressupõe o não banhar das manápulas após o acto e isso é coisa que me assusta, sobretudo em dias de bola, que cumprimento 1/4 da bancada Sagres do estádio do Benfica com o famoso “bacalhau”.
Mas proibir o cuspir para o chão? Logo agora que toda a gente sabe como se desviar desses energúmenos a tempo! Não havia coisas mais urgentes?

E se alguém inventar um escarrador portátil? Já se pode voltar a cuspir? Isso é que era!
Cada energúmeno com genes da cobra-capelo usando o seu próprio gadget armazenador de gosma.

Vislumbro aqui uma oportunidade de negócio para aos dias que correm pois o público-alvo é imenso. Vou até informar um dos maiores bloggers portugueses e guru reconhecido em coisas modernas, o Reflexões de um Cão com Pulgas, a ver se conhece um industrial de coisas tecnológicas que pegue nesta estrambólica ideia.
Não tem de ser necessariamente a Apple a pegar nisto pois o design excepcional aqui é o que menos interessa. A autonomia é que é fundamental! Tem é de ter uma autonomia para cerca de um litro, se não o target group não ficará satisfeito. Isto de ter de descarregar a coisa de três em três horas…
E era mais ou menos isto que eu queria dizer sobre esta ideia do Rui Rio, com a qual concordo plenamente, para acabar com estas anormalidades. Se notarem alguma bipolaridade neste texto é porque o último parágrafo já foi escrito depois de tomada a medicação apropriada…e já estou no meu perfeito juízo.

31 janeiro 2012

Esta carantonha não me é estranha!

O personagem ululante que um dia se gabou de guiar com os joelhos, ao mesmo tempo que falava ao telemóvel está de regresso à TV num programa de imitações.
Quem é que este senhor está a imitar? O Demis Roussos? O Pavaroti? O Israel Kamakawiwo'ole (aquele do “Somewere over the rainbow” com uquelele)? Não caros leitores! Nada disso! Está a imitar a Simone!
A Simone, sim! Porque alguém da produção, que usa 15 dioptrias, entendeu que era muito parecido fisicamente com ela. Só pode, porque em termos musicais estamos a comparar o som de uma vuvuzela com o de um violino!
Perdoa-os Simone que eles não sabem o que fazem!

29 janeiro 2012

Louvor a uma grande Senhora que se reformou

Por ocasião da passagem à reforma da Directora de Serviços, foi-me pedido que escrevesse "algo engraçado" para lhe darmos num jantar de despedida.  Foi uma referência para nós ao longo dos anos em que privámos não só pela sua experiência de vida mas,  sobretudo, pelos seus conhecimentos gramaticais da língua portuguesa que incessante procurava aperfeiçoar. Com base nestas características  "a coisa" saíu-me assim: 


LOUVOR

QUER todo o Departamento, louvar a Senhora X, sem reticências, por ter acrescentado às nossas existências bastantes predicados que nos fizeram medrar enquanto funcionários e seres humanos, ponto final. É pois com um desmedido ponto de exclamação e uma pitada já de saudade que proferimos:
Obrigado!

Obrigado por ter colocado à nossa disposição um enorme prontuário de saberes, não só gramaticais e, com sua erudição, nos ter prevenido para os pontos e vírgulas desta vida que por vezes, e de acordo com conjunções que nos sobrepujavam, surgiam sem abrir qualquer tipo de parênteses.
 
Cientes de que uns quantos complementos circunstanciais nos fizeram arrepiar caminho e divergir até de algumas das suas interjeições adverbiais de modo, tudo fizemos para honrar com os nossos adjectivos qualificativos, mesmo de inferioridade, as funções que nos tinha confiado para chegarmos ao elevado grau de satisfação de dever cumprido.

Consideramos que nunca foi agente de uma voz passiva, muito pelo contrário, foi sempre uma voz activa mas sempre cumpridora das regras gerais da concordância, de modo a que não permanecêssemos inflexivamente intransitivos de forma reflexa, parados numa conjuntura a observar tempos passados, erradamente conjugados.

Não sendo necessário abrir aspas, para transcrever a tónica principal que mais a caracteriza, pensamos que em ciência e em consciência sempre fez o que estava ao seu alcance para todos os seus sujeitos subordinados concordarem com os seus esdrúxulos predicados.

Considerando que, após ter colocado um ponto final na sua proparoxítona carreira, continua ainda a guardar a sua fé, fazemos votos para que o Senhor ouça as suas orações subordinadas, que lhe assista em todos os complementos circunstanciais da sua nova vida e lhe traga tudo aquilo que mais deseja.
Lisboa 19 Dezembro de 2011

23 janeiro 2012

O eterno problema da articulação verbal do Jesus

A complexidade da articulação verbal do Jorge Jesus agora já nem é “traduzida” para português corrente quando transcrevem as suas dissertações. Já devem estar cansados e vai daí decidiram escrever como ele verbalizou e prontos.




In Record online um dia destes

22 janeiro 2012

A plebe também sabe fazer contas!

O Antifalsidades descobriu que este ano os seus subsídios de férias e Natal também não vão dar... para as despesas!

21 janeiro 2012

Dedicado a todos os que têm responsabilidades politicas e falam demais

A propósito de reformas  que não chegam para as despesas e outros assuntos assim, o Antifalsidades quer aqui deixar uma sugestão a todos os acessores dos políticos. 
A regra é muito simples e pertence ao grande pai do Tambor:
"Se não conseguem ter nada de interessante para dizer então não digam nada"!

19 janeiro 2012

16 janeiro 2012

Afinal já há pasteis de nata na China!

O Antifalsidades não queria afundar mais a já débil situação financeira mas tenho uma má notícia para a nossa economia. Aquela sugestão da exportação dos pastéis de nata? Lembram-se? Esqueçam! Os chineses já lá têm a receita.
“E como é que o Antifalsidades sabe isso”, perguntarão os leitores? Porque fotografou os ditos pastéis na China em 2008 e já não se lembrava. Ao vasculhar as centenas de fotografias tiradas encontrou esta preciosidade.
Não sei bem a história de como lá terá chegado a receita mas de certeza que um nosso antepassado terá privatizado a mesma e os chineses compraram!

Alguém tenha a fineza de avisar o Sr. Ministro Álvaro desta situação que eu não tenho o contacto dele. Ah! E já agora, para que não apareça mais uma medida de austeridade para compensar o falhanço deste  negócio, relembrem-lhe que ainda temos a baba de camelo…


14 janeiro 2012

Weekend private horror videos!



The cossack, the templar and a man in black!
Coming soon in a private video near you. Yes, coming soon!

13 janeiro 2012

The Portuguese "pitéus" will rule the world

O nosso digníssimo ministro da economia sugeriu que se fizessem franchisings para que os nossos produtos fossem conhecidos no estrangeiro e deu como exemplo o pastel de nata.
Eu concordo plenamente, o problema é que muitos dos nossos acepipes têm designações pouco apelativas; pipis, tripas à moda do porto, pezinhos de coentrada, espetada à madeirense, prego, bitoque, etc. O Antifalsidades, que tem sempre um pé nas tradições ancestrais e a cabeça num futuro longínquo, entende que temos que usar umas designações mais apelativas para internacionalizar os pitéus, sob pena de a “moda não pegar”. Eis algumas das sugestões:

Pans & Pee-pees
Tele tripes - Uefa cup 2011 winner style
Litlefeet of Ass-entry Gourmet
Brochette R7's island style & Company

Tele Nail

Bitouch King

QFC (Queijadas Fresquinhas de Cantanhede)

Ora então bon appetit a tutti quanti!  


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