O Antifalsidades descobriu que este ano os seus subsídios de férias e Natal também não vão dar... para as despesas!
22 janeiro 2012
21 janeiro 2012
Dedicado a todos os que têm responsabilidades politicas e falam demais
A propósito de reformas que não chegam para as despesas e outros assuntos assim, o Antifalsidades quer aqui deixar uma sugestão a todos os acessores dos políticos.
A regra é muito simples e pertence ao grande pai do Tambor:
A regra é muito simples e pertence ao grande pai do Tambor:
"Se não conseguem ter nada de interessante para dizer então não digam nada"!
19 janeiro 2012
16 janeiro 2012
Afinal já há pasteis de nata na China!
O Antifalsidades não queria afundar mais a já débil situação financeira mas tenho uma má notícia para a nossa economia. Aquela sugestão da exportação dos pastéis de nata? Lembram-se? Esqueçam! Os chineses já lá têm a receita.
“E como é que o Antifalsidades sabe isso”, perguntarão os leitores? Porque fotografou os ditos pastéis na China em 2008 e já não se lembrava. Ao vasculhar as centenas de fotografias tiradas encontrou esta preciosidade.
Não sei bem a história de como lá terá chegado a receita mas de certeza que um nosso antepassado terá privatizado a mesma e os chineses compraram!
Alguém tenha a fineza de avisar o Sr. Ministro Álvaro desta situação que eu não tenho o contacto dele. Ah! E já agora, para que não apareça mais uma medida de austeridade para compensar o falhanço deste negócio, relembrem-lhe que ainda temos a baba de camelo…
14 janeiro 2012
Weekend private horror videos!
The cossack, the templar and a man in black!
Coming soon in a private video near you. Yes, coming soon!
13 janeiro 2012
The Portuguese "pitéus" will rule the world
O nosso digníssimo ministro da economia sugeriu que se fizessem franchisings para que os nossos produtos fossem conhecidos no estrangeiro e deu como exemplo o pastel de nata.
Eu concordo plenamente, o problema é que muitos dos nossos acepipes têm designações pouco apelativas; pipis, tripas à moda do porto, pezinhos de coentrada, espetada à madeirense, prego, bitoque, etc. O Antifalsidades, que tem sempre um pé nas tradições ancestrais e a cabeça num futuro longínquo, entende que temos que usar umas designações mais apelativas para internacionalizar os pitéus, sob pena de a “moda não pegar”. Eis algumas das sugestões:
Pans & Pee-pees
Tele tripes - Uefa cup 2011 winner style
Litlefeet of Ass-entry Gourmet
Brochette R7's island style & Company
Tele Nail
Bitouch King
QFC (Queijadas Fresquinhas de Cantanhede)
Ora então bon appetit a tutti quanti!
12 janeiro 2012
Baco Bandeira
À luz da poesia épica camoniana (eu vou ser rápido com esta conversa intelectual, senão fazem zapping de blogues) o Paco tornou-se uma espécie de Baco moderno. É que transpira por aí que o Paco tem o infeliz hábito de se incompatibilizar rapidamente com as suas adoradas deusas. Diz-se até que fica contra elas e contra os portugueses, que já o julgaram publicamente e que vão outra vez numa nau desgovernada, não sabendo bem para onde e quais os perigos que o futuro apresenta. No concílio dos deuses aconteceu precisamente o mesmo com Baco (Vide canto I 20-41).
“Sim”, dirão os leitores, “mas isso é na poesia e o Paco nunca se incompatibilizou com as suas musas na poesia que canta, revelando que tem pouco respeito por elas e demonstrando que é um machista despudorado”. Olhem que já, returco eu, é que esta história do Paco Bandeira já vem de trás e não prometia nada de bom.
É só ler este profético poema de uma música de 1900 e 70 e tal que o Antifalsidades descobriu, por acaso, e analisou brevemente. A pergunta que se impõe após essa análise é:
Ora então Sr. Baco Bandeira, “A mulher é como um livro (…) Mas depois de um livro lido o livro não presta mais (…) Li tantos livros em segunda mão (…) Mas esse livro que li não se esqueça jamais / fui o primeiro que o li…” e por isso é que não é mais meiguinho?
O resto analisem vocês mas daqui até se maltratar “um livro” vai só um passinho…
“Um Livro Chamado InêsPaco Bandeira
A mulher é como um livro
Antes de se folhear
Tem beleza, tem doçura
Que mistério tem no olhar
Mas depois do livro lido
O livro não presta mais
A não ser que haja um motivo
Que faça voltar atrás
A não ser que haja um motivo
Que faça voltar atrás
Eu tive um livro tão lindo
Um livro que li tanta vez
Um livro que me roubaram
Um livro chamado Inês
E as páginas desse livro
Já não voltarei a ler
Porque esse livro que adoro
Tem por dono um outro ser
Porque esse livro que adoro
Tem por dono um outro ser
Li tantos livros na vida
Cada livro é uma lição
São livros que não importam
Livros em segunda mão
Mas esse livro que eu amo
E a outro ser faz feliz
Que não se esqueça jamais
Fui o primeiro que o li
Que não se esqueça jamais
Fui o primeiro que o li”
Bjs para todos, menos para o Baco que é muito macho e não é dessas coisas.
10 janeiro 2012
Adoro as notícias com refrão que se repetem até à exaustão. Adoro as notícias com refrão que se repetem até à exaustão.
O Antifalsidades, que não é exemplo para ninguém do ponto de vista gramatical, descobre mesmo assim que há jornalistas com grande potencial para serem letristas de música ligeira mas que estão ainda confusos com os correctores ortográficos. Para além das gralhas, (a do “aonde” é grave!) o texto repete-se como se de um refrão de tratasse, presumivelmente por falta de mais informação. De qualquer modo realça o bom trabalho das autoridades, valha-nos isso!
O Antifalsidades, que não é exemplo para ninguém do ponto de vista gramatical, descobre mesmo assim que há jornalistas com grande potencial para serem letristas de música ligeira mas que estão ainda confusos com os correctores ortográficos. Para além das gralhas, (a do “aonde” é grave!) o texto repete-se como se de um refrão de tratasse, presumivelmente por falta de mais informação.
De qualquer modo realça o bom trabalho das autoridades, valha-nos isso!
No DN online de 6/1/2012
No DN online de 6/1/2012
06 janeiro 2012
A crise é tão grande que até os capitais fogem!
O Antifalsidades, que como sabem percebe muito de coisa nenhuma, não alcança muitas das leis do mercado actual. Um exemplo é a expansão económica de um país, para já com um regime comunista e por isso de raiz anticapitalista, que resolve comprar acções de empresas de fornecimento de energia eléctrica, para além de investir em títulos de dívida pública.
Para a trapalhada ser maior e eu me rir mais um bocadinho, só faltava o Partido Comunista Português, num futuro governo, nacionalizar a EDP que agora pertence aos chineses, pátria maior (mesmo muito grande!) do comunismo.
Como conseguem depreender andava eu já confuso com as novas tendências do mercado de capitais, quando o grupo Jerónimo Martins (dono do Pingo Doce) resolve plantar os seus capitais na Holanda. Assim, e antes de qualquer economista de renome inventar uma explicação racional para a fuga de capitais da Jerónimo Martins, o Antifalsidades, como sempre, inovou e tem a sua própria explicação estrambólica, baseada no que contemplou e fotografou em Amesterdão aqui há atrasado (mas que não tive tempo de publicar):
O presidente do grupo Jerónimo Martins depois de uma viagem à Holanda, onde se nutriu no restaurante El Charro,
saiu de lá a rir, admirou algumas montras estáticas, bem como outras em que as manequins se mexiam e faziam um gesto com o dedo a dizer “Venha cá” (o Antifalsidades só tem, por manifesta infelicidade, fotos das estáticas)
que resolveu ir para lá enfiar o dinheiro do grupo no Rabobank (onde os depósitos se devem fazer em sacos de latex hermeticamente fechados).
Para já é só o início, uma espécie de starter kit, mas com o evoluir da crise o grupo vai passar a plantar mais, e consequentemente, rir muito mais.
Se os renomados economistas ou os administradores da JM, que lêem este blogue pretenderem refutar esta estapafúrdia explicação, redigida enquanto tragava lentamente um chá de ervas, estejam à vontade pois o meu email está no perfil e o meu advogado está a par da situação.
Bjs para todos, menos para o Jerónimo que era galego e não gostava dessas coisas!
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