26 outubro 2011

Os ratos são sempre os primeiros a abandonar o navio... e ainda bem!


Olha que feliz que eu estou !!!
Já agora que leve o Granger, e aquela outra que tem um megafone embutido na garganta (a qualquer coisa Pinheiro) e os do programa da manhã da TVI, que não se calam nem um bocadinho.
Ah! E não se esqueça da farpela que surge na foto, que lá deve fazer um figurão nas entrevistas de emprego.



24 outubro 2011

Partir em caso de emergência? Garanto que eu não partia nada

De regresso!
E ainda ando à procura de adjectivos para descrever a sensação de estar a 3 metros de uma manada de elefantes "in the wild".
Esta é a única situação em que eu não partia o vidro em caso de emergência. Aliás, se houvesse uma emergência era porque um destes "bichos" nos tinha partido o vidro... e era usada um tromba com toda a certeza.:)) Kruger Park 2011

13 outubro 2011

Medidas de austeridade obrigam a alterar ditados populares

Face aos acontecimentos mais recentes, o Antifalsidades entende que alguns ditados estão já desactualizados e propõe algumas alterações:

O Natal é quando os economistas quiserem!
Grão a grão enchia a galinha o papo.
A galinha do vizinho está tão magrinha como a minha.
A montanha pariu um Coelho.
Todas as ocasiões vão fazer o ladrão.
Antes a morte que tal corte.
Comer e cortar é só começar.
É difícil aos Troikanos agradar aos Gregos
No cortar é que está o ganho
Quando vê a esmola o santo até se arrepia
Em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão (Ah! parece que este não é necesário alterar pois já está adaptado aos tempos que correm)

E assim por diante :).

Caros leitores vou estar ausente por uns dias em local onde não vou ter Internet. Voltarei a 22 de Outubro. Voltem também! Bjs e abraços

11 outubro 2011

A selecção portuguesa e a analogia com país

A selecção portuguesa não deixa de ser o espelho do país:

Os convocados são sempre os amigos ou os recomendados pelos amigos  
Buracos a aparecer em todo o lado… da defesa
Falta de produtividade… ofensiva
Enorme défice… de ideias no banco
Escassez de organização…no meio do campo  
Os jogadores são todos muito bons tecnicamente, como os economistas lusos, mas na prática ainda nunca ganhámos nada com isso
Ausências injustificadas ao serviço… só por não lhes apetecer ( Dani e Ricardo Carvalho)
Querem resolver os problemas todos sempre depressa demais agora… porque alguém errou no passado
Para que se acabe com a crise… de golos contam sempre com os mesmos que já não conseguem contribuir com mais  (Postiga e Nuno Gomes)

09 outubro 2011

Como escrever um texto com uma fartura de porras, sem dizer um único palavrão


Apraz-me saber que no meio de tanta de fast food, as farturas e as porras ainda dão um ar tipicamente português aos bares das feiras invadidos por cachorros, hambúrgueres, popcorns, waffles, néones de cor violeta e televisores gigantes sintonizados nas novelas da TVI, insuficientes, mesmo assim, para albergar todo o peito da Alexandra Lencastre. 

A patológica curiosidade do Antifalsidades, pouco frequentadora de feiras municipais, centrou-se obviamente em descortinar o que raio seria uma porra e o porquê do peito da Alexandra não caber ainda nos modernos ecrãs gigantes. A segunda dúvida não tive tempo de esclarecer, até porque ia acompanhado pela minha companheira e ela não é muito dada às novas tecnologias mas, após pagar dois euros pela conversa com a vendedora de porras de nacionalidade brasileira (que no seu país não se deve alongar muito sobre a sua profissão), concluí que a porra tem sido muito subestimada.
É sempre associada a um termo do calão que significa “espanto” ou “aborrecimento” quando, na verdade, deveria ser eleita como uma unidade de medida universal e usada oficialmente como termo de comparação. “Como assim?”, perguntará o leitor.
Eu explico. Esta conclusão resulta do número de pessoas que ouvi na feira a usarem o termo como referência abstractamente absoluta em frases como:
“Isto sabe mal como à porra”, “É caro como a porra”, “Está quente como a porra”, “As farturas têm óleo como a porra”, “Os churros são pequenos como a porra”, “No bar em frente vendem-se hambúrgueres como a porra”ou ainda “A Alexandra Lencastre está boa como a porra”.
Ou a capacidade de síntese que a palavra encerra, patente nas respostas de algumas personalidades que só vêem a TVI, quando questionadas sobre os efeitos da crise. A resposta é invariavelmente: “Isso agora é que é uma porra!” e “Não sabemos que porra havemos de fazer para isto melhorar!”. A prova da importância desta palavra é que nós, mesmo sem ver a TVI, sabemos o que isto quer dizer.
Até os mais nacionalistas podem diplomaticamente fazer valer as suas aversões sem chocar os mais liberais quando, indignados, perguntam: “O quê? O churro é um doce espanhol? E porque é que vendem aqui essa porra?” ou “Mas que raio de porra são as Waffles?”
Para os mais puristas da língua advirto já que não intentem reformar este termo e substitui-lo por sinónimos que demonstram “aborrecimento”. “Aborrecimentos” nem dados nós queremos, quanto mais se tivermos de pagar a porra de dois euros para os ter!
Se o termo “porra” fosse eleito, como merece, um dos mais importantes do nosso português eu, por exemplo, já não levava a mal quando os meus leitores com espanto indagassem:
 “Mas que porra de texto vem a ser este?”

04 outubro 2011

A primeira medida para diminuir o défice

Quer-me parecer que esta é já uma medida para combater o défice das Estradas de Portugal. Poupar nas placas de sinalização!
E o facto de abrandarmos para conseguirmos ler tudo é igualmente bom para poupar combustível... 

01 outubro 2011

Em busca da origem das espécies energúmenas

Para tentar perceber o porquê de Portugal estar sempre a falhar e o porquê de termos alguns personagens, que nos conduziram ao longo dos séculos a esta situação (não interessa copiar para aqui as duas folhas A4 com os energúmenos e energúmenas que descobri), li a "Origem das Espécies" do Darwin para tentar descortinar de onde veio toda essa gente. (Era só para não ler a história de Portugal do grande José Mattoso em 12 volumes que não tenho tempo).
Não encontrei explicação mas posso resumir aqui o que li e a conclusão a que cheguei:

                   A criação do homem antes de Darwin:


                  A criação do homem depois de Darwin:


E agora vou ler o Acto de Contrição três vezes e rezar quatro Avé Marias para me redimir desta blasfémia. Bjs e abraços e até amanhã se Deus quiser!

29 setembro 2011

Olha e não é o que Castelo Branco foi entalado numa espécie de sarilho sexual?

Pelo menos uma coisa é certa, eu que sempre pensei que ele seria hermafrodita, a julgar por declarações para a comunicação social, e que se desenrascava sozinho, afinal, vai-se a ver, e a coisa precisa de mais alguém, o que prova que afinal tem um só sexo. Não sei qual é, nem me interessa, mas tem um só sexo.
E perguntam vocês mas que declarações é que me levaram a pensar que ele era hermafrodita?
Pronto eu transcrevo mas só desta vez! A seguir vou ali vomitar e já volto!

Onde dormiam?
Dormíamos em palhotas, eu dormia numa tenda com os homens, nunca fui tão macho em toda a minha vida, comecei a fazer xixi de pé (risos).

Sei que chegaram a questionar a sua sexualidade…
Sim. Eu pensei com os meus botões: “Se for conveniente vou ser senhora, senão serei senhor.” Acharam logo que eu era uma grande senhora. (…) Os nativos ficaram transtornados com a minha dualidade, achavam: “Ele não pode ser homem com aquele corpo e aquela cara.”
In Site dos Perdidos na Tribo

28 setembro 2011

Encontro de titãs entre Timor e Portugal


Ora então Timor está interessado na privatização da Galp e da EDP!
Eu acho muito bem! O problema é que o Primeiro-ministro Xanana terá que reunir com o Ministro das Finanças e aí teremos um encontro de titãs entre as personalidades lusófonas que ma…is pau…sa…da…mente fa…la…m.

E o Antifalsidades entende que isto é coisa para levar três ou quatro anos. Só para as introduções e apresentação de cumprimentos serão necessários seguramente três dias. Estou mesmo a ver:
"O…lá Se....nhor... Pri…mei…ro…mi…nis…tro…eu já o cum…pri…men…to. É só assi……nar…es…te di…plo…ma que cri...a uma ta...xa…
Está bem! Eu traduzo isto para uma velocidade normal senão ninguém lê isto até ao fim:
Ministro das Fianças:
"-Olá Senhor Primeiro Ministro, eu já o cumprimento. É só assinar este diploma que cria uma taxa para as pessoas que mictam (Ok! Urinam, eu e a minha diplomacia!) para fora das sanitas nas casas de banho públicas e que vai reduzir o défice em 0.05% . É que esta taxa ainda não tínhamos..."
Primeiro ministro Xanana:
"Não faz mal Senhor  Ministro das Finanças eu também tenho todo o tempo do mundo e ainda bem, senão, as minhas visitas à  Europa demoravam sempre menos do que vinte dias e nem sequer  tinha tempo para fazer o check in no hotel onde a minha delegação fica!"
Traduzindo a velocidade lenta só para ver se alguém lê isto até ao fim:
"-Não faz mal Sen...hor  Mi..nis..tro das Fi...nan...ças eu tam...bém te...nho to...do o tem...po do mun...do e ain...da bem, se...não, as mi...nhas vi...si...tas à  Eu...ro...pa de...mo....ravam sem...pre menos do que trin...ta dias e nem se...quer  ti...nha tem...po para fa...zer o check in no ho...tel on...de a mi...nha dele....ga...ção fi...ca!"

25 setembro 2011

A doença tripolar do AJJ

Sempre que oiço o AJJ mais confuso fico!
Mas ele quer a ajuda imprescindível do Continente, quer mais autonomia ou quer a independência? Temos que ajudar o homem nesta "doença tripolar". Deixo aqui a minha modesta contribuição não monetária:
Existem, presentemente, três estabilizadores do humor comprovadamente eficazes:
•O Lítio, comercializado, em Portugal, no medicamento Priadel;
•O Valproato, comercializado nos medicamentos Diplexil R e Depakine;
•A Carbamazepina (Tegretol).
Podem ser comprados nas fármácias de serviço hoje no Funchal. A farmácia  Madalena e a Honorato.

Era só! Bjs e abraços.
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