15 março 2011
14 março 2011
E agora, apesar da conjuntura, a piada do ano...
Parece que existe por aí um alarido por causa desta medida mas que eu não entendo muito bem porquê (há pouca coisa que eu percebo, como vocês sabem).
Eu acho bem! Tudo a subir, tudo a subir e quando algo desce fica tudo escandalizado. Se tudo o que se relaciona com a prática desportiva do golfe ficar mais barato, melhor! Pelo menos incentiva a prática desportiva de alguém…
O que realmente me preocupa nesta medida é ela vai contribuir para a violência… nos estádios. As claques podem, a partir da entrada em vigor desta medida, comprar mais bolas de golfe para arremessar! Isto é que devia preocupar os 10 milhões de portugueses e os cerca 25 milhões de benfiquistas espalhados pelo Mundo, pois a sua equipa é o principal alvo desta intifada dos fundamentalistas de bancada.
A seguir vem o quê? A diminuição do IVA para as cadeiras de plástico sem pernas? A dedução em sede de IRS na compra de isqueiros, telemóveis, baterias de telemóveis e outros objectos que tenham como força motriz o movimento de um braço? A gratuitidade para o tratamento do atraso mental dos líderes das claques?
Estou mesmo muito indignado com esta diminuição do IVA: Se tivesse mil seguidores no Facebook convocaria já uma manife, na Quinta do Lago, para evitarmos esta previsível violência!
Era tudo! Que país este…
09 março 2011
Descoberta mais ou menos histórica…
Os achados mais ou menos importantes surgem por vezes como os outros ou seja, por mero acaso. Caminhando pelas ruas de Lisboa, olhando para uma velha casa perto do castelo, devo ter encontrado a razão histórica porque Maio é o mês de Maria.
E era só. Vou ali dar a notícia ao professor Hermano Saraiva que esta ele não deve saber…
Segundo a minha aturada análise e pesquisa subsequente, com as tecnologias mais recentes para este tipo de investigação, cheguei à conclusão que, este azulejo, é de há muitos anos atrás, num tempo em que o português arcaico era parecido com Inglês ou então ainda não existiam os correctores ortográficos…
06 março 2011
E parece que a luta ainda continua...
Ao fim de vários anos o festival da canção volta a subir de nível e finalmente lá me fez rir, quando anteriormente me fazia chorar. O júri do Antifalsidades constituído por um maestro, um professor do conservatório, o presidente da junta, o empreiteiro da firma “LDA Construções” e o meu cão (tem que ser sempre um júri ecléctico), esteve reunido na sua sede distrital e concedeu os seguintes votos:
Canção nº10 “ A Luta é alegria” – Homens da luta: 6 pontos:
Canção nº 8 “Deixa o meu lugar” – Inês Bernardo: ainda estamos a discutir que raio de pontuação é que se dá àquilo. No entanto foi unânime entre os jurados que, se fosse alterado o nome da canção para, “Tu é que não devias ter deixado o teu lugar” ou “Deixa o meu lugar porque já não me aguentas a ouvir cantar”, ainda se dava um pontito ou dois!
Às pernas das intérpretes da canção nº 9 “Tensão”: 7 pontos (com o máximo dos respeitos)
Ao novo (na verdadeira acepção da palavra) decote da Wanda Stuart :12 pontos (isto com todo o respeito)
O júri Antifalsidades decidiu ainda dar uma menção honrosa ao poema da canção nº 2 “Em nome do amor”, interpretado por um novo sedutor da pimbalhada, por ter uma carga poética que se reproduz aqui parcialmente, porque o rapaz estava a sofrer como o caraças em pleno Teatro Camões.
“O céu desfaz-se em lágrimas/As ondas gritam adeus/Voar nos sentimentos/A barca cai na noite/Em nome do amor/Nas velas sou veloz/E ouço tua voz”.
Este poema carecia de uma análise mais cuidada, mas tenho que ir por o meu cão a defecar e não tenho tempo. Só espero que ele tenha encontrado a rapariga, vivido feliz para sempre e esquecido o poema numa gaveta ou, então, que tenha havido um naufrágio em que não se tenha salvo o pergaminho com o poema.
Apesar do júri do Antifalsidades, todos eles machos, desejar a vitória do decote da nossa querida Wanda (só para mostrar mais um pouco de respeito), ganharam os Homens da Luta porque todo o Portugal, sem perceber nada de música mas sentindo todos os efeitos da crise, votou neles em massa. O grupo compreendia, entre outros, um tropa, um rapaz mal vestido, mal penteado, com bigode e outro com lentes grossas e a boina do Vitorino. Uma espécie de Village People da reacção tuga mas heterossexuais.
Se a Alemanha pensava que os tugas agora eram todos como o PM, limpinhos e a dizer sim, vamos lá com estes mal vestidos para dizer não. Eh! Eh não consigo parar de rir.
Apesar de não gostar de homens com bigode (e sem bigode, devo acrescentar), parabéns então aos vencedores que conseguiram evacuar, em dez segundos, o Teatro Camões de toda a podridão camuflada em fatos e vestidos giros e que não aceitou democraticamente o voto do povo. A seguir foi só puxar o autoclismo e pronto, até para o ano!
Eh! Eh!Eh! Ainda não consegui parar de rir…
05 março 2011
27 fevereiro 2011
Se calhar os "Tsunami" arrasaram este negócio...
Parece que depois da pouco democrática Venezuela, a empresa JP Sá Couto vai/ia? exportar o “Magalhães” para a pouco democrática Líbia. Segundo a revista PC Guia o acordo final será/seria? assinado em Abril. Consta que, já em Portugal o processo de adjudicação do “Magalhães” à JP Sá Couto foi pouco democrático.
A continuar assim e com um curriculum destes, é fácil de prever que os próximos acordos devem ser assinados com países como o Irão, a Coreia do Norte e outros que tais. Mas tem que se despachar pois corre-se o risco de estes países entrarem num processo de revolução em curso e, qual “Tsunami”*, arraste os regimes políticos desses países para um limbo de onde nunca deveriam ter saído e… adeus negócio.
Valha a coragem de manter o nome tuga “Sá Couto”, sem camuflar a sua origem e, mesmo assim, conseguir mercado no estrangeiro. Na época em que empresas internacionais tugas têm que mascarar a sua designação, como a Giovanni Galli (cujos donos são Vasconcelos e Gonçalves) e da ARC (António da Rocha Carneiro), Herdmar (Herdeiros de Marques), JMA (José Machado de Almeida), entre outras, a JP Sá Couto não esconde o nome e atira-se para o mercado, onde quer que ele exista, com o “Magalhães” empurrado pela força dos “Tsunami” a navegar pelas novas vias de comunicação global.
*A propósito, qual foi o publicitário que encontrou a designação “Tsunami” para os outros computadores que a JP Sá Couto comercializa? Era para arrasar com a concorrência?
20 fevereiro 2011
Frases que não ficarão para a História
Enquanto todo o mundo árabe está em polvorosa e na Líbia já se fala em massacres, esta declaração:
do digníssimo Sr. Embaixador na Líbia já se tornou uma das frases do ano e que não ficará para a história por ser estapafúrdia de mais. Como todos podem proferir declarações deste tipo, também eu quero aqui contribuir com declarações minhas, igualmente estrambólicas e que não ficarão para a história:
O nome da filha do Djaló e da Floribela é uma invenção quase perfeita.
Nesta polémica sobre o casamento gay que se estabeleceu em Portugal não gostaria de adoptar qualquer posição, nem a activa nem a passiva, até porque sou heterossexual.
Quando somos novos e uma cigana prevê, através da leitura da palma das nossas mãos, que vamos encontrar a mulher dos nossos sonhos, que vamos ser ricos e mais não sei o quê, porque é que nos esquecemos de perguntar quando, onde e como?
A religião não permite o sexo antes do casamento. E depois do divórcio já se pode?
Há um tempo a moda era o “software user friendly”. Agora a moda são os hotéis “gay friendly”, que serão albergues mais fáceis de usar pelos gays. Devo presumir que nestes hotéis existe um “lobby” também quando se entra pela porta das traseiras?
O problema da primeira colonoscopia não é desconforto que ela causa. É a humilhação que passamos quando o médico nos diz: “Ora então coloque-se lá em posição” quando tem, pelo menos, quatro enfermeiras a auxiliá-lo, presumindo todos que essa posição nos é familiar.
Eu reajo de forma intelectualmente descontrolada quando a minha sensibilidade lexical é estimulada. Mas essa estimulação faz-me sofrer de uma espécie de lexicalização precoce, tal a rapidez com que consigo percepcionar, num pequeno, texto a parvoíce.
Também sou daqueles que pensam que os comunistas se deveriam actualizar e deixar as "ideias do antigamente", sob pena de passarem ao lado das revoluções actuais. A começar pelo seu slogan principal, que deveria ser agora: “Utilizadores de redes sociais de todo o mundo, uni-vos!”
Bjs e abraços
08 fevereiro 2011
Copie conforme "Euro- english"
Só muito raramente publiquei algo neste estaminé que não fosse de minha autoria e, quando o fiz, deixei o facto bem expresso.
Este é outro desses momentos. Vou partilhar algo que um amigo me enviou e que traduz um pouco o que se passa na Europa. A Alemanha a ditar ou a querer ditar todas as regras e, os restantes países, a vergarem-se face o seu poderio.
Não sei quem é o autor mas fica aqui a minha vénia a algo que me divertiu bastante e que está genial.
In the first year, "s" will replace the soft "c". Sertainly, this will make the sivil servants jump with joy. The hard "c" will be dropped in favour of "k". This should klear up konfusion, and keyboards kan have one less letter.
There will be growing publikenthusiasm in the sekond year when the troublesome "ph" will be replaced with "f". This will make words like fotograf 20% shorter.
In the 3rd year, publik akseptanse of the new spelling kan be expekted to reach the stage where more komplikated changes are possible.
Governments will enkourage the removal of double letters which have always ben a deterent to akurate speling.
Also, al wil agre that the horibl mes of the silent "e" in the languag is disgrasful and it should go away.
By the 4th yer people wil be reseptiv to steps such as replasing "th" with "z" and "w" with "v".
During ze fifz yer, ze unesesary "o" kan be dropd from vords kontaining "ou" and after ziz fifz yer, ve vil hav a reil sensi bl riten styl.
Zer vil be no mor trubl or difikultis and evrivun vil find it ezi TU understand ech oza. Ze drem of a united urop vil finali kum tru.
Und efter ze fifz yer, ve vil al be speking German like zey vunted in ze forst plas.”
Bjs e abraços
06 fevereiro 2011
É grave e, a não ser que surja uma poção mágica num restaurante luso, ninguém escapa…
Segundo a Deputada Ana Gomes Portugal está cheio de corruptos.
Mas ainda há esperança:
Estamos no ano 2011 depois de Cristo. Todas as “zonas deste pobre país” estão ocupadas pelos corruptos… Todas? Não! Um restaurante propriedade de um irredutível Lusitano resiste ainda e sempre ao invasor. E a vida não é fácil para os habitantes de Castrum Marinus, Tavirum, Caceium ou mesmo Ayamomtum, que querem pagar mais para serem atendidos primeiro ou ter mais um pouco de carne e batata no prato… (que devem ser os tipos de corrupção mais frequentes em restaurantes!)
Abraço para o pessoal amigo desse cantinho do Algarve!
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